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sábado, 29 de março de 2014

- PME Excelência 2014

in, IAPMEI
   
IAPMEI distingue 1103 empresas com o Estatuto PME Excelência 2013


Foram apresentadas a 6 de fevereiro, numa cerimónia pública que contou com a presença do Ministro da Economia e do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, as 1103 empresas distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2013, um instrumento de reputação criado pelo IAPMEI, que visa sinalizar as pequenas e médias empresas com perfis de desempenho superiores.
São empresas que obtiveram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão no exercício de 2012, e que conseguiram manter-se competitivas num contexto económico exigente, com crescimento e consolidação de resultados.
No seu conjunto, as PME Excelência 2013 são responsáveis por mais de 43 mil postos de trabalho direto e geraram um volume de negócios superior a 5,8 mil milhões de euros em 2012, que representou um crescimento médio de 9%, face ao exercício anterior.
Com um ativo líquido global de 4,4 mil milhões de euros, as PME Excelência 2013 apresentam uma autonomia financeira média de 52,6% e níveis de rendibilidade dos capitais próprios, do ativo, e das vendas, de respetivamente 17%, 9% e 6,9%.
O contributo destas empresas para as exportações foi de 1,7 mil milhões de euros em 2012, valor que representou um crescimento de 27% relativamente ao ano anterior.
São empresas que tiveram um crescimento de 31,7% nos seus resultados líquidos e que viram aumentar o seu ativo em 11%.
Em termos setoriais, a Indústria, com 427 empresas (38,8%), e o Comércio, com 278 empresas (25,3%), são as atividades mais representadas no grupo das PME Excelência 2013, ocupando 64% do universo total de empresas distinguidas.
O Turismo e os Serviços, cada um representando 14% das empresas, os Transportes, com 3,9%, e a Construção, com 3,7%, são a seguir as atividades mais representativas no conjunto das PME Excelência.
Em termos de localização, os distritos do Porto e Lisboa, seguidos de Aveiro, Braga e Leiria, com respetivamente 204, 184, 157, 144 e 93 empresas, são os que reúnem a maior concentração das PME Excelência 2013. 


NOTA: das 157 empresas PME E 2013 do distrito de Aveiro, o Concelho de Anadia tem uma única empresa; Aveiro, 26; Agueda, 15; Oliveira do Bairro 9; Mealhada, 3... só por curiosidade o distrito de Coimbra, tem 37 empresas PME E 2013!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

- CONSUMIDOR – esse LOUCO EMOCIONAL

Porque as velhas técnicas de levar pessoas a consumir o que não precisam, de forma irracional e repetidamente ainda funcionam? Garoto(a)s propaganda, Opinion Leaders, Mascotes Patrocínios e Licensing, entre outras...
 
[AQUI]
 
 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

- O desenvolvimento do empreendedorismo social como estratégia europeia

13/02/14, in OJE
Por Tiago Ferreira, Ativador da Rede IES Norte, Área de Acompanhamento do IES.



É reconhecido que o modelo económico-social da Europa precisa de se reinventar. Precisa de alcançar crescimento, não o do passado, alicerçado no sistema financeiro, mas sim o crescimento baseado na equidade, na proteção do ambiente e no desenvolvimento das suas comunidades.

Reunidos em Estrasburgo, em 16 e 17 de janeiro, mais de dois mil empreendedores sociais, representantes de estruturas de apoio como governos centrais e municípios, de
fundações e de empresas de toda a Europa, afirmaram o Empreendedorismo e a Economia Social como um setor que deverá desempenhar um papel maior no futuro europeu.

Os empreendedores sociais, como criadores de soluções inovadoras para os problemas sociais, são parte essencial desta agenda da criação do futuro europeu, e a Europa precisa de mais empreendedores sociais.

O evento de Estrasburgo foi importante enquanto espaço de debate (oportunamente denominado "Have your say!"), networking e co-construção de propostas para o desenvolvimento do setor, num modelo de participação inovador e pioneiro na União Europeia, de onde saiu a assinatura da Declaração de Estrasburgo. Nesta declaração, encontramos um quadro de intenções que pretende assegurar o compromisso dos vários agentes com a aposta continuada no desenvolvimento do setor. Temas como o investimento social, a medição de impacto e o crescimento das iniciativas empreendedoras estiveram na agenda principal de interesse e são desafios para os próximos anos.

Portugal fez-se representar por mais de duas dezenas de participantes, que contribuíram entusiasticamente com o seu conhecimento e experiência: para além do IES, empreendedores sociais de projetos como ColorADD, Presley Ridge Portugal e SEA (Agência de Empreendedores Sociais) marcaram presença no evento, mostrando a qualidade e diversidade do ecossistema português. Podemos afirmar que, como país, estamos acima da média da união europeia, em termos de desenvolvimento do setor do Empreendedorismo. Esta é uma bela vantagem competitiva que devemos saber aproveitar.

Trata-se de uma nova economia, uma economia convergente, uma economia do "fazer com" e menos do "fazer para", uma economia em que os seus participantes se interessam com o propósito da ação e não apenas com o benefício próprio. Nesta economia, o autismo não é apenas uma disfunção do desenvolvimento, mas sim uma força competitiva empresarial (como defende o projeto Specialisterne); o daltonismo não impede uma criança de colorir corretamente ou um adulto de ser autónomo na escolha de uma combinação de roupa (como revela o projeto Coloradd); e os mais velhos são mais felizes e autónomos durante mais tempo. Esta economia é uma economia melhor, é uma economia que envolve e serve a todos, e não serve apenas à criação de riqueza para alguns.

Estrasburgo 2014 é um passo firme num caminho longo, mas não utópico. O País Basco, aqui bem perto, na vizinha Espanha, é um caso de estudo real do elevado potencial de uma aposta estratégica neste setor. Nos anos 80, esta região, partindo de elevados níveis de desemprego e PIB per capita baixo, combinou uma estratégia de reindustrialização e desenvolvimento sustentável, apostando no envolvimento da população co-construtora do seu próprio desenvolvimento, no cruzamento entre os setores público, privado e social, e na inovação e sociedade do conhecimento.
Em três décadas esta região passou a ter um dos maiores PIB per capita da Europa, equiparável a países como a Holanda ou a Áustria, sendo mesmo superior
a Espanha. Tem hoje uma taxa de desemprego em linha com a UE, que é menos 10% de que Espanha no seu todo, e é a segunda região do mundo no Índice de Desenvolvimento Humano, segundo as Nações Unidas.

O primeiro passo para a construção de um futuro, como diz o Nobel da Paz e empreendedor social Mohammad Yunus, é visualizarmos que futuro pretendemos construir. A visão europeia é promissora: uma Europa mais sustentável, responsável e inclusiva, possível através do desenvolvimento do empreendedorismo social.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

- Criar Modelos de Negocio

Livro «Criar Modelos de Negócio», de Alexander Osterwalder e Yves Pigneur, edição em Português, publicado em 2011; uma referencia para quem empreende ou quer ver a empreender.
 
http://books.google.pt/books?id=XnWSuSZMpYYC&lpg=PP1&dq=criar%20modelos%20de%20neg%C3%B3cios&hl=pt-PT&pg=PP1#v=onepage&q&f=false

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

- Cluster do Sal de Aveiro

Uma reflexão sobre o potencial do 'Sal de Aveiro' produzida por Jorge M. Pinho Silva e Ricardo Videira da Associação Comercial de Aveiro e por José Carlos Mota do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro e apresentada hoje no Workshop do Projecto internacional AQUA-ADD (http://www.aqua-add.eu/).
 
 

terça-feira, 16 de julho de 2013

- Plano de Ação Regional 2014-2020

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro foi incumbida pelo Governo para a elaboração do Plano de Ação Regional (PAR), de modo a assegurar a existência de um quadro estratégico capaz de garantir a utilização eficiente dos recursos que serão colocados à disposição da região pela União Europeia, no próximo período de programação (2014-2020).

Durante os últimos meses, a CCDRC desenvolveu um intenso trabalho de dinamização dos parceiros económicos e sociais, das entidades do sistema científico e tecnológico e de outras entidades representativas da sociedade civil, à volta da estratégia de desenvolvimento regional para o futuro do Centro de Portugal - CRER 2020.

Concluída a fase de recolha de contributos e elaboração de uma primeira versão do Plano de Ação Regional (PAR), a CCDRC vem agora lançar uma fase de auscultação da região, dos seus agentes e dos seus cidadãos sobre este documento, a decorrer até ao final do presente mês de julho.

Faça o seu comentário ao documento aqui.

domingo, 14 de julho de 2013

- Carta Magna da Competitividade: relatório 2012



Relatório da Competitividade de 2012 que actualiza pela nona vez a "Carteira de Indicadores", parte integrante da Carta Magna da Competitividade.
O objectivo é o de monitorizar a evolução de indicadores e a sua comparação com os relativos a 15 economias europeias, numa análise tipo "input-output". Os indicadores de "input" respeitam a factores de competitividade, que de algum modo possam constituir-se como "policy drivers" no domínio da evolução da competitividade. Os indicadores de "output" referem-se a "resultados" no domínio da criação de riqueza e emprego.

- "Encontros da Junqueira"

A Associação Industrial Portuguesa publicou na edição de hoje do jornal Vida Económica a primeira sessão dos "Encontros da Junqueira" (ver aqui), cujo orador convidado foi o académico Luís Cabral, da New York University.  

- Portugal Global: pense global pense portugal


sábado, 15 de dezembro de 2012

- É preciso "uma revolução" na Administração Pública

A economista Teodora Cardoso afirmou que o processo de privatizações tem de considerar "a necessidade de a política orçamental olhar para o futuro" e que é preciso haver "uma revolução" na administração pública.
 
A presidente do Conselho das Finanças Públicas, que falava na conferência "As privatizações não se discutem?", em Lisboa, explicou que "não se pode ignorar que o objectivo básico do orçamento é garantir a sustentabilidade e a boa afectação de recursos na economia".
"Quando o orçamento não chega, gasta-se mais e de uma maneira ou de outra isso há-de ser pago. Se as empresas públicas forem privatizadas, mas mantiverem este sistema não se ganha absolutamente nada", argumentou a economista.
Além disso, Teodora Cardoso defendeu ainda a necessidade de ter uma administração pública "muito qualificada": "Temos de ter uma administração pública muito diferente da que temos: mais qualificada, com mais responsabilidades de gestão e com capacidade estratégica. Isto é uma revolução", afirmou.
Para a economista, "a qualidade da administração pública é muito importante para o sector privado e é necessário que a administração pública e a política orçamental funcionem para bem do próprio sector privado".
Teodora Cardoso disse ainda que as privatizações em Portugal, entre 1995 e 2000, não funcionaram devido à "miopia da política orçamental, que sempre foi baseada em orçamentos estritamente anuais e ninguém pensava nas consequências disso mais tarde".
Para a economista, com as privatizações aumentaram-se as despesas em vez de se reduzir a dívida para entrar numa rota de sustentabilidade".
Também a "inadaptação da política económica ao enquadramento da moeda única" contribuiu para que as privatizações não tivessem permitido reduzir o stock da dívida.
"A moeda única tinha as vantagens de baixar os juros e permitir mais financiamento, mas íamos perder a política monetária e a política cambial e tínhamos de ajustar a política económica. Isso não foi feito", afirmou a economista.
Teodora Cardoso referiu ainda que o público passou a estar "muito mais consciente e exigente no que pedia aos serviços públicos" e que a solução do Estado foi "aumentar os meios para esses serviços".
"Nunca se pensou que tinha de haver aumento de eficiência nesses serviços", destacou, defendendo que é preciso "corrigir os erros" do passado nesta nova vaga de privatizações.
"Temos de perceber que a política orçamental tem, definitivamente, de deixar de ser um instrumento de estímulo à economia no curto prazo. E a política económica tem de concentrar-se em promover a melhor afectação de recursos na economia e procurar soluções para que o crescimento não venha da dívida. Diria que [as políticas orçamental e política] têm de funcionar de uma maneira oposta à que actuámos anteriormente", argumentou.
A economista falava na conferência "O processo de privatizações em curso: riscos e desafios", uma iniciativa organizada hoje, em Lisboa, pelo Instituto de Direito Económico, Financeiro e Fiscal e pela Faculdade de Direito de Lisboa.
 
in, JORNAL DE NEGOCIOS em 06.DEZ.2012

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

- Saída da crise passa por levar PME além fronteiras

O reequilíbrio da economia passa por expandir para o estrangeiro o mercado interno das Pequenas e Médias Empresas. Quem o garante são os convidados da última conferência do ciclo organizado pela Exame e Banco Popular, sob o tema "Na senda das exportações e da internacionalização".
Vanessa Sardinha e Fernando Pereira (www.expresso.pt)
10:24 Sábado, 24 de novembro de 2012


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

- "O Mercado Único Funciona bem" ?

por Regina Bastos, eurodeputada.
 
Regina Bastos que apresentou o seu relatório no ano que se celebra o vigésimo aniversário da criação do Mercado Único, acentuou que "importa dar um novo fôlego ao Mercado Único que coloque no seu centro os cidadãos e os consumidores de modo a que possam beneficiar plenamente das suas vantagens, contribuindo para a coesão territorial, económica e social da União Europeia".
 
O relatório da Deputada do PSD ao Parlamento Europeu, Regina Bastos, sobre "As 20 principais preocupações dos cidadãos e das empresas europeias relativamente ao funcionamento do Mercado Único", foi hoje em Bruxelas aprovado por unanimidade na Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores.
Regina Bastos denunciou "o desfasamento entre as expectativas dos cidadãos e das empresas e a realidade do Mercado Único"
A Deputada portuguesa considerou que esse desfasamento decorre de três lacunas: "lacuna de informação; lacuna em matéria de transposição de legislação e lacuna legislativa".
A Deputada do PSD ao Parlamento Europeu, apontou insuficiências gritantes no reconhecimento de qualificações, na portabilidade de pensões, no reembolso de despesas de saúde, na abertura de contas bancárias, nas discriminações no emprego, no mercado interno digital, nas questões relacionadas com o fornecimento de energia e com o IVA, entre outras.
Regina Bastos realçou que nesta altura em que "a Europa é afectada pela grave crise financeira, económica e social" revitalizar e reforçar a eficácia do Mercado Único é essencial para permitir que a Europa se desenvolva, promova o crescimento e o emprego e assim aumente a confiança dos cidadãos e empresas.
A Deputada do PSD defende no seu relatório a necessidade de se criar um verdadeiro Mercado Único digital a funcionar devidamente e que seja seguro para consumidores e empresas, permitindo às empresas, em especial às PME conquistar novos mercados e dando acesso aos consumidores a novos produtos a melhor preço.
Por outro lado defendeu a necessidade de se reforçar a cooperação entre o Parlamento, o Conselho, a Comissão e os Estados-Membros, de modo a que os cidadãos se possam ver cada vez mais reflectidos quer nos principais projectos como nos actos diários da União Europeia.
A Deputada Regina Bastos considerou essencial:
1) governar melhor e em conjunto (tendo no seu relatório inserido um capítulo dedicado à Governança de modo a permitir um melhor controle da transposição correcta e atempada da legislação relativa ao Mercado Único);
2) informar os cidadãos dos seus direitos;
3) facilitar o exercício dos seus direitos (simplificando os procedimentos administrativos).
 
Brevemente, será consolidado o relatorio final e sobre o qual farei uma analise mais pormeorizada.
Para já fica a excelencia de um trabalho que interessa ao pais, e à europa. Afinal estamos num mercado unico.

- Por um turismo que vale PORTUGAL!


terça-feira, 27 de setembro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

- O Portugal de Merkel está na Grécia!

Conturbados os tempos em que a nossa identidade nacional se confunde com o potencial de uma Europa ameaçada. Países ricos, que são naturalmente diferentes dos países mais pobres, sentem-se incomodados porque a sua riqueza interna bruta está diminuída; grande parte dos seus parceiros de negócios, muitos desses países mais pobres, obviamente se vêm obrigados a fechar a porta; não consomem ou consomem menos, - muito menos!

Perde-se assim uma identidade nacional que nada tem a ver com um percurso condizido internamente, mas sim sob a capa da imposição Merkel, Sarkosy… e outros que tais; lideres actuais de países que assistiram ao período auge da Europa à custa de endividamento publico, familiar e individual, para que a sustentabilidade potenciada na produção industrial fosse uma constante; Produzindo alguém tem de comprar, é uma regra básica! Básico em Portugal é ganhar 100 e gastar 75… é não 150 ou mesmo 1500!
O Portugal de Merkel que está na Grégia, fortalece uma ideologia antagónica que promove os cumpridores vrs incumpridores, antecipando assim problemas; problemas que já tiveram retorno negativo nas eleições ainda próximas, em que Merkel perdeu terreno! Os países ricos não querem pagar a divida dos pobres e muito menos emprestar dinheiro; esquecendo por completo que o mercado existe além fronteiras, - assim com as cidades, são cada vez menos isolados e mais abertos; Globais!

O Pais está nas mãos dos mercados externos; internamente, há fome e o conhecimento perdeu-se no tempo; Desconhece-se o ciclo natural do cultivo e o significado de uma agricultura de subsistência.

Se na Europa moderna existe um país que cumpre os compromissos assumidos e outro que não cumpre, todos os olhos postos estão no incumpridor; falhando um, outros se seguirão; a Europa está assim sob ameaça; o euro com dificuldades em resistir. Portugal interessa por isso, enquanto for o agente do cumprimento das medidas troikanas, a título meramente de exemplo; seja a que preço fôr.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

- Investimento estrangeiro

No actual enquadramento da economia nacional, um dos caminho que nos aliviaria da crise, seria a captação de investimento estrangeiro, mas há 15 anos que não o conseguimos, por isso, com muita dificuldade o iremos conseguir agora... a não ser, que consigamos fazer a diferença, consigamos sobressair no meio de tantos outros...

Ninguém investe em Portugal, nem mesmo os portugueses, com um sistema de justiça como o que temos actualmente, em que para recuperar uma divida é preciso esperar anos; deixamos de ser aliciantes ao investimento.

A massa salarial, cresceu, não que fosse uma grande subida, mas colocou-nos em situação de desvantagem; só ultrapassamos isto com redução de salários; reduzindo os salários não conseguimos de maneira nenhuma dar uma força ao mercado.

Apesar de tudo, pouco queixume, é altura de arregaçar as mangas e mãos ao trabalho, se um não chega, arranje-se outro, ainda outro se assim tiver de ser.

Mais tarde valerá a pena!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

- o BCE é nosso amigo...

Numa Europa completamente ultrapassada, num contexto acentuado de divisão entre paises ricos e paises pobres, temos visto um retalhar completo das ideologias economicas e equilibro e crescimento unilateral. Ok, com certeza que não é isso que interessa.
Ficámos na mão dos avaliadores e do rating, que rotularam Portugal como um pais com poucas competencias para se gerir e concretizar as medidas a que se propõe: "raio de país que não se governa nem se deixa governar", - lá se dizia na nossa historia de tempos idos.
Conclusão, o BCE que é nosso amigo, e os amigos ajudam nas dificuldades, abre mão de uns milhões que empresta a diversos bancos a uma taxa simbolica de 1%; os mesmos que por sua vez, vão ao mercado, como foram ontem comprar divida publica, - no caso, a nossa, pelo valor simbólico de 6,71%...
E o BCE é nosso amigo, imagino se o não fosse...
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

- Recorrer ao FMI seria benéfico

Quem é o diz, é o Bastonário da Ordem dos Economistas, Rui Martinho; uma ideia que partilho e defendo. Face ao panorama que temos, cruzando toda a informação com eleições presidenciais e desempenho de execução orçamental, que deposita toda a esperança no primeiro trimestre de 2011, são motivos mais do que suficientes para defender o recruso ao FMI.
Segundo Rui Martinho «Portugal tem conseguido financiar-se nos mercados, mas em condições que não são as melhores. Com a entrada do fundo europeu ou do FMI, embora haja um ónus político, há uma melhoria das condições de financiamento que Portugal pode precisar».
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

- Fim do ano e inicio do outro...

Envoltos em duvidas e expectantes é assim que vamos entrar no novo ano... novo e dificil.
Da praça, realço dois artigos que espelham, em minha opinião aquilo a que vamos assistir ao longo de 2011, por um lado as medidas do Governo vão provocar recessão, ou seja, austeridade gera recessão e vai obrigar a medidas adicionais aquelas que já se falaram no passado, mas que ninguem quis aprofundar: adeus subsidios de ferias, adeus subsidio de Natal; cortes salariais para todos, etc...
«Economistas contactados pelo PÚBLICO estimam que podem faltar, pelo menos, mil milhões de euros, tudo dependendo da "almofada" que o OE já possui face às metas.
De onde vem esta insuficiência de recursos, depois de tanto aperto como o previsto? Vem justamente desse aperto e dos seus efeitos negativos na economia e destes, novamente, nas contas públicas. Efeitos que, a julgar pelo quadro macroeconómico oficial, o Governo não anteviu. Esses alertas foram já deixados em Novembro passado, quando a Comissão divulgou as suas previsões (bem mais negativas do que as oficiais), tendo o Governo alegado não haver necessidade de medidas adicionais.
Comece-se pelo princípio. Cortes nos vencimentos da função pública, aumentos no IRS e do IVA, congelamento de pensões, cortes em direitos sociais, entre outras medidas, redundarão numa diminuição do rendimento disponível da generalidade dos portugueses que é quem está a pagar o grosso da "factura". E os seus efeitos são óbvios - retracção da procura, queda do consumo privado, que se repercute em menor investimento e menor importação, redução da actividade, maior desemprego, tendências que acentuarão ainda mais a quebra do consumo e do investimento...»
in,
Publico

"Explosão" social poderá suceder à estupefação; a chegada da crise foi recebida com estupefação pelos portugueses, mas a "explosão" poderá rebentar espontaneamente ou por contágio europeu, alertam os sociólogos Boaventura Sousa Santos e António Barreto.
«A crise foi-se instalando e apanhando os portugueses de surpresa. Primeiro é a estupefação e a inação ditadas pelo medo instaurado por um passado recente sem democracia, depois é a "explosão", que rebentará espontaneamente ou por contágio europeu.
A opinião é dos sociólogos António Barreto e Boaventura Sousa Santos, que justificam a aparente calma da sociedade portuguesa, num contexto de agravamento de crise e de escalada de violência em manifestações pela Europa, com falta de tradição organizativa e excessiva dependência do Estado.
"O ano 2010 é um ano de susto, em que os portugueses foram apanhados de surpresa. Um ano de medidas de austeridade aplicadas gradualmente e que não tiveram um efeito pleno na vida dos portugueses, como tiveram em países como a Grécia, onde as medidas foram particularmente drásticas", afirmou Boaventura Sousa Santos...» in EXPRESSO

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