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sábado, 29 de março de 2014

- PME Excelência 2014

in, IAPMEI
   
IAPMEI distingue 1103 empresas com o Estatuto PME Excelência 2013


Foram apresentadas a 6 de fevereiro, numa cerimónia pública que contou com a presença do Ministro da Economia e do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, as 1103 empresas distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2013, um instrumento de reputação criado pelo IAPMEI, que visa sinalizar as pequenas e médias empresas com perfis de desempenho superiores.
São empresas que obtiveram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão no exercício de 2012, e que conseguiram manter-se competitivas num contexto económico exigente, com crescimento e consolidação de resultados.
No seu conjunto, as PME Excelência 2013 são responsáveis por mais de 43 mil postos de trabalho direto e geraram um volume de negócios superior a 5,8 mil milhões de euros em 2012, que representou um crescimento médio de 9%, face ao exercício anterior.
Com um ativo líquido global de 4,4 mil milhões de euros, as PME Excelência 2013 apresentam uma autonomia financeira média de 52,6% e níveis de rendibilidade dos capitais próprios, do ativo, e das vendas, de respetivamente 17%, 9% e 6,9%.
O contributo destas empresas para as exportações foi de 1,7 mil milhões de euros em 2012, valor que representou um crescimento de 27% relativamente ao ano anterior.
São empresas que tiveram um crescimento de 31,7% nos seus resultados líquidos e que viram aumentar o seu ativo em 11%.
Em termos setoriais, a Indústria, com 427 empresas (38,8%), e o Comércio, com 278 empresas (25,3%), são as atividades mais representadas no grupo das PME Excelência 2013, ocupando 64% do universo total de empresas distinguidas.
O Turismo e os Serviços, cada um representando 14% das empresas, os Transportes, com 3,9%, e a Construção, com 3,7%, são a seguir as atividades mais representativas no conjunto das PME Excelência.
Em termos de localização, os distritos do Porto e Lisboa, seguidos de Aveiro, Braga e Leiria, com respetivamente 204, 184, 157, 144 e 93 empresas, são os que reúnem a maior concentração das PME Excelência 2013. 


NOTA: das 157 empresas PME E 2013 do distrito de Aveiro, o Concelho de Anadia tem uma única empresa; Aveiro, 26; Agueda, 15; Oliveira do Bairro 9; Mealhada, 3... só por curiosidade o distrito de Coimbra, tem 37 empresas PME E 2013!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

- CONSUMIDOR – esse LOUCO EMOCIONAL

Porque as velhas técnicas de levar pessoas a consumir o que não precisam, de forma irracional e repetidamente ainda funcionam? Garoto(a)s propaganda, Opinion Leaders, Mascotes Patrocínios e Licensing, entre outras...
 
[AQUI]
 
 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

- “A capacidade de inovação das PME está nas pessoas e não nos serviços, produtos ou processos”

Nuno Cochicho, district manager Norte Randstad, não tem dúvidas: uma empresa, independentemente da sua dimensão, sem departamento de Recursos Humanos, é o mesmo que um navio sem salva-vidas.


Como analisa a importância dos recursos humanos na capacidade de inovação das pequena e médias empresas?
Em Portugal, as Pequenas e Médias Empresas (PME) representam 99,9% do tecido empresarial nacional, sendo responsáveis por 82% do emprego e por 67,8% da produção nacional. Em números absolutos, existem cerca de 848 000 PME em Portugal, responsáveis pelo emprego de cerca de 2 676 000 pessoas e por cerca de 47 000 milhões de euros da produção nacional (dados Eurostat).

Os Recursos Humanos (RH) são fundamentais para que as empresas possam crescer de forma sustentada, dado que, a partir da estratégia definida pela administração, o departamento de RH deve motivar e dar condições para que os colaboradores possam procurar os resultados ambicionados. Assume especial importância as administrações das empresas terem, nos RH, um aliado que dará o suporte necessário no crescimento da empresa. Aquilo a que assistimos frequentemente nas PME é um negligenciar da importância dos RH enquanto ator atuante e organizado para mediar as relações, compartilhar informações, criar padrões de trabalho e acompanhar a sua evolução. Um erro comum verifica-se quando se tenta implementar nas PME modelos formatados que tiveram sucesso em grandes organizações. Para que os RH possam ser uma mais-valia para uma PME, é fundamental que variáveis como a cultura, o setor de atividade, entre outros, sejam tidas em conta, pois os RH têm que fazer parte do ADN da empresa e não algo que é adaptado de uma realidade distinta.

Em que medida os RH contribuem para aumentar a capacidade de inovação das PME?
Numa PME, a proximidade das pessoas pode ser um fator diferenciador e até competitivo, pois uma equipa próxima tende a ficar mais forte e comprometida. Quando se tem uma equipa menor, os RH conseguem desenhar planos de carreira e desafios tendo em conta o perfil e aptidão de cada colaborador, sempre alinhado às metas das empresas e acompanhar de perto o desenvolvimento do mesmo.

Assume especial importância que as PME não se aproveitem da sua dimensão ou segmento de atuação para oferecer aos seus colaboradores salários baixos, pois, independentemente do tamanho de uma organização, a mesma deve ambicionar ter os melhores profissionais.

Infelizmente, grande parte das PME em Portugal não dispõem de um departamento RH, pelo que é fundamental sensibilizar para a importância dos RH no crescimento e desenvolvimento das organizações.

A gestão de pessoas no cenário que nós encontramos é fundamental para a sustentabilidade de qualquer negócio, pois a implementação dos processos de RH terão impacto direto na produtividade, satisfação e motivação dos colaboradores. Tendo em conta que este processo demora a ser implementado, é importante que os líderes das PME tenham em conta que, independentemente da sua dimensão, não ter um departamento de RH é o mesmo que um navio não ter salva-vidas, até porque a capacidade de inovação das PME está nas pessoas, e não nos serviços, produtos ou processos.
in, 29/11/13 OJE

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

- Cluster do Sal de Aveiro

Uma reflexão sobre o potencial do 'Sal de Aveiro' produzida por Jorge M. Pinho Silva e Ricardo Videira da Associação Comercial de Aveiro e por José Carlos Mota do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro e apresentada hoje no Workshop do Projecto internacional AQUA-ADD (http://www.aqua-add.eu/).
 
 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

- O que motiva as áreas urbanas a quererem tornar se “cidades criativas”

 A mudança do milénio trouxe consigo a importância crescente das indústrias ancoradas na cultura e na criatividade. Este facto alimentou um desejo internacional – que, na verdade, é recorrentemente encarado como um imperativo incontornável – que motiva as áreas urbanas a quererem tornar se “cidades criativas”.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

- The Global Competitiveness Report 2013-2014

.... "Portugal continues to fall in the rankings, coming in at 51st place, two places down since last year."

"...Spain at 35th, Italy at 49th, Portugal at 51st, and Greece at 91st"




segunda-feira, 15 de julho de 2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

- BANCO DE INOVAÇÃO SOCIAL QUER REINTEGRAR DESEMPREGADOS NO MERCADO DE TRABALHO

Ora cá está, no dia 1 de maio de 2013, dia do trabalhador, uma medida altamente positiva! Por um lado,  dá uma machadada nos centro de emprego (que mais não são do que locais onde se registam pessoas que perderam o emprego), e por outro uma intenção em integrar pessoas validas no mercado, de onde nunca devia ter saido..., sim, já aqui defendi isso: quanto custa ao pais deixar que um trabalhador saia do mercado de trabalho e quanto custo a integra-lo, se é que isso volta um dia a acontecer.

Pedro Mota Soares, em discurso na 1.ª pessoa AQUI

quinta-feira, 18 de abril de 2013

- Como está a criatividade em Portugal?

Como está a criatividade em Portugal? | Imagens de Marca

Aproximam-se a passos largos duas das mais importantes competições a nível de criatividade em Portugal: a 15ª edição do Festival do Clube de Criativos e os Young Lions 2013. A primeira, que elege os melhores projetos criativos a nível nacional, viu nos últimos anos assistir a um decréscimo do número de participantes. Já a segunda, que se destina a premiar novos talentos de Marketing, Publicidade e Relações Públicas, insere-se no Festival de Cannes Lions, o maior evento mundial da área e onde Portugal tem também se pautado por uma prestação abaixo das expectativas.

Num momento em que se apela à participação nestas duas competições, o Imagens de Marca foi à procura das razões que podem estar por detrás desta realidade, e responder a uma questão mais atual do que nunca: como está a criatividade em Portugal?
Para José Carlos Campos, diretor criativo da agência Strat e antigo Presidente do Clube de Criativos, a difícil conjuntura económica por que estamos a passar e a falta de união na indústria são os dois principais motivos do enfraquecimento da participação portuguesa. “Existe criatividade em Portugal, mas se calhar no nosso negócio há um défice atualmente, que tem a ver com as circunstâncias económicas em que vivemos. Para já eu acho que a indústria e, agora falo da parte que me diz respeito, tem dificuldade em captar talento, porque há falta de dinheiro. Neste momento não há grandes perspetivas de futuro que possam ser entregues nesta ou na maioria das profissões que nós temos em Portugal. Às vezes as próprias empresas não têm os objetivos bem definidos, e o mercado também não tem. Eu acho que este mercado nunca foi um mercado unido, nunca foi um mercado que defendesse de uma forma clara os seus interesses”, afirma José Carlos Campos.
As fragilidades apresentadas pelo setor parecem refletir-se nos próprios trabalhos enviados para o maior evento de criatividade do país, o Festival do Clube de Criativos. Quem o diz é o atual Vice Presidente do Clube, Pedro Pires, que explica as grandes transformações ocorridas no mercado nos últimos anos: “Há obviamente uma pressão muito grande que foi posta sobre as agências, porque diminuíram nitidamente os seus orçamentos. Se vão diminuir os orçamentos vão obviamente diminuir os recursos para ter pessoas a trabalhar e vai diminuir a qualidade daquilo se faz. No início do Milénio as marcas queriam fazer coisas diferentes, queriam ser relevantes. Mas a partir de 2005 o fator do tempo alterou-se profundamente, há muito menos tempo, e acima de tudo a questão da mentalidade. A mentalidade passa de uma mentalidade inovadora, quase revolucionária, para uma situação onde se procura mais a paridade, onde se procura defender o território que já se conquistou. Cada vez mais as agências, os criativos e as marcas auto-censuram-se no processo de criação.”
Para inverter o decréscimo do número de participantes no festival, a nova direção do Clube de Criativos garante estar este ano a desenvolver contactos diretos junto dos agentes do mercado. Em entrevista ao Imagens de Marca, Pedro Pires salienta que se está neste momento a tentar reforçar o papel do evento e do próprio Clube, através de um conjunto alargado de iniciativas, como é o caso das Noites do Desconforto. Veja aqui a entrevista.
Além do Festival do Clube de Criativos, e tal como já foi referido, decorrem também neste momento as inscrições para os Young Lions, concurso integrado no prestigiado festival Cannes Lions, e que se vislumbra como uma oportunidade para os jovens criativos se destacarem num mercado cada vez mais competitivo, e onde só há espaço para os melhores. Marcelo Loureço, diretor criativo da FUEL, agência que assina a campanha de promoção aos Young Lions, considera que a conjuntura económica adversa tem obrigado os jovens a encontrar novos caminhos para a criatividade.É engraçado que esta crise tem feito com que muitas coisas novas acontecessem. O facto de não haver emprego para toda a gente leva a que as pessoas inventem os seus próprios empregos e ocupações. A necessidade é a mãe da invenção e as pessoas estão a colocar coisas novas no Youtube, no Facebook, estão a trabalhar com iPhones, a fazer aplicações e a inventar coisas na internet. Tenho a certeza de que esta crise é horrível, mas está a ensinar toda a gente a fazer muito mais com muito menos”, afirma Marcelo Lourenço.
Exportar criatividade é a solução que o criativo brasileiro encontra para Portugal poder enfrentar as suas atuais dificuldades. “Acho que o mercado português não é um grande mercado em termos de tamanho, mas uma boa agência graças à globalização deveria vender a criatividade para o mundo. E acho que essa é a única solução para Portugal: vender criatividade para o mundo. O Brasil é, por exemplo, um mercado gigantesco de língua portuguesa e tenho a certeza de que vão haver grandes oportunidades para as agências que se mostrarem à altura”, garante.
E qual a receita para Portugal também se voltar a mostrar à altura nos grandes festivais internacionais de criatividade? A resposta é uníssona: unir toda a indústria. “Eu acho que é preciso uma ideia para o mercado. É preciso que quem está à frente da APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes), quem está à frente do Clube de Criativos, quem está à frente destas várias associações que representam as várias entidades do mercado, se sentem à mesa e encontrem as melhores soluções para que o mercado seja mais competitivo. As pessoas têm de abrir um bocado a mente e perceber o que é nós temos a ganhar todos juntos, e o que é que temos para oferecer às novas pessoas que chegam a este mercado. Não podem ser só umas agências, uns anunciantes, ou um pessoal que gere os meios. Tem que haver algo mais organizado, mais estruturado e com uma perspetiva de que «nós queremos ser isto, nós queremos que Portugal em termos de mercado europeu seja visto desta forma» ”, remata o diretor criativo executivo da Strat.
Fazer mais com menos, exportar criatividade, e unir toda a indústria, através de uma estratégia concertada entre os vários agentes do mercado, são, assim, os caminhos apontados por quem acredita que a crise é uma oportunidade para estimular as mentes criativas portuguesas.
Neste especial do Imagens de Marca visitámos ainda a Lisbon AD School, e entrevistámos Frederico Arouca, o seu presidente, para construirmos o perfil do jovem criativo de hoje. A criatividade ensina-se? Os jovens de hoje são mais ou menos criativos? Será que estão desiludidos com a profissão? Como incentivá-los? Veja aqui a entrevista.
A dois dias do início da 14ª Semana Nacional do Marketing não perca ainda a entrevista a Rui Ventura, Presidente da APPM, que nos ajuda a perceber como está a criatividade ao nível do marketing.
Veja neste Dossier Especial:
·    Entrevista na íntegra a Pedro Pires– Vice presidente Clube de Criativos
·    Entrevista na íntegra a Marcelo Lourenço – Diretor criativo FUEL
·    Como se ensina a criatividade? Entrevista a Frederico Arouca – Presidente Lisbon AD School
·    Como é que o Marketing olha para a criatividade? Entrevista a Rui Ventura – Presidente Associação Portuguesa dos Profissionais do Marketing (APPM)

- As hortas de cidade


DESCRIÇÃO Excerto do programa "As Cidades Visíveis", com Guta Moura Guedes. 

Conversa sobre as pequenas hortas de cidade e os espaços verdes.

Convidados: Arquitectos Pedro Gadanho e João Gomes da Silva 

Data de emissão: 07/06/2010


AS CIDADES VISIVEIS in, http://videos.sapo.pt/amVSlSf8Mji6O4etEGj1

- Índice de Cidades: instrumento estratégico para a sustentabilidade.


Smart cities, cidades digitais e cidades inteligentes são conceitos que têm marcado a agenda de investigação da INTELI nos últimos anos.
Na Ásia e Médio Oriente prevalecem os projetos associados à construção de cidades a partir do zero, como são os casos de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos e de Songdon, na Coreia do Sul. Na Europa e na América do Norte imperam projectos de regeneração urbana inteligente centrados em cidades com uma trajectória histórica e marcadas por especificidades económicas, sociais, culturais e institucionais, como é o caso da iniciativa “Amsterdam Smart City” na Holanda.
Também a União Europeia já colocou este tema na agenda política. Foram recentemente aprovados projectos de investigação, demonstração e inovação no âmbito do 7º Programa Quadro e do CIP – Programa Quadro para a Competitividade e Inovação, muito associados ao potencial das tecnologias de informação e comunicação como instrumentos de facilitação das funções urbanas e da vida nas cidades. 
No entanto, a maioria destas abordagens tem como ponto de partida as tecnologias e os negócios, descurando a vertente humana, social e política.
As smart cities do futuro deverão partir das pessoas e das comunidades onde vivem e trabalham. É um novo paradigma na forma de fazer cidades, que exige repensar estratégias, tecnologias, modelos e processos urbanos para responder aos actuais desafios ligados à qualidade de vida, ao equilíbrio do ambiente e eficiência dos recursos naturais, às desigualdades e à exclusão social. 
A INTELI está a desenvolver em parceria com as 25 cidades da rede RENER o Ìndice de Cidades Inteligentes 2020. Trata-se da elaboração de um instrumento estratégico que parte de um conceito integrado de:
Cidades que baseiam a sua atractividade na aliança entre a inovação económica, a sustentabilidade ambiental, a inclusão social e cultural e a governação aberta, em linha com a Estratégia Europa 2020.
Cidades que desenvolvem e utilizam soluções inteligentes baseadas em tecnologias de informação e comunicação para a promoção da conectividade urbana conducente à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. 

Objectivos

Posicionar estrategicamente os municípios portugueses num ranking de cidades inteligentes.
Monitorizar e avaliar o desempenho na prossecução dos objectivos de inovação política, social, tecnológica e ambiental dos municípios.
Mapear boas práticas internacionais em matéria de desenvolvimento urbano inteligente como suporte da definição de estratégias locais.
Potenciar a cooperação entre cidades nacionais na área da inteligência urbana.

Etapas Metodológicas
CONCEPTUALIZAÇÃO DO MODELO DE ANÁLISE
Definição do modelo conceptual de uma cidade inteligente
DIMENSÕES E SUB-DIMENSÕES DE ANÁLISE
Definição das componentes de análise do modelo conceptual
DEFINIÇÃO E SELECÇÃO DOS INDICADORES
Definição dos indicadores que permitam quantificar ou qualificar as sub-dimensões de análise
CÁLCULO DOS INDICADORES
Quantificação ou qualificação dos indicadores de acordo com informação secundária e primária
NORMALIZAÇÃO DOS INDICADORES
Estabelecimento de parâmetros mínimos e máximos para cada indicador de forma a permitir a sua comparabilidade
AGREGAÇÃO DE INDICADORES
Condensação de indicadores em dimensões e sub-dimensões que permitem avaliar a sua interacção e posicionamento
CÁLCULO DO ÍNDICE
Aferição do índice para cada Município
 



Parceiros

INTELI - Inteligência em Inovação, Siemens, Caixa Geral de Depósitos


in, http://www.inteli.pt/pt/go/indice-cidades-inteligentes-2020

sexta-feira, 5 de abril de 2013

- Inovação, a bem da Nação!


No mais recente Barómetro de Inovação construído pela COTEC (Janeiro de 2013), constata-se uma degradação do posicionamento relativo de Portugal no que concerne ao investimento em Inovação e Desenvolvimento, na quase totalidade dos indicadores.
O nosso país mantém-se muito abaixo dos valores médios da OCDE, abaixo da Zona Euro, abaixo da UE27 e abaixo da média global, apresentando também um posicionamento inferior ao dos países Europeus com dimensão semelhante à sua - Áustria, Bélgica, Finlândia, Holanda e Irlanda.
Estes resultados - que representam um retrocesso em relação à evolução positiva dos últimos anos e cuja responsabilidade tem origem necessariamente em opções políticas - traduzem alguns dos problemas estruturais da economia Portuguesa, que são factores de atrito ao investimento em inovação: baixa produtividade, mão-de-obra pouco qualificada, falta de liquidez nas empresas em resultado da restrição no acesso ao crédito, aumento do custo do crédito, aumento da carga fiscal, ausência de uma cultura de apoio a projectos inovadores, burocracia pesada e complexidade dos instrumentos legislativos. 
Ora, o agravamento da conjuntura económica, com a intensificação das medidas de austeridade e a ausência de um horizonte para o início da recuperação, continuará a cobrar os seus efeitos sobre o investimento e, consequentemente, sobre a inovação.

O investimento em I&D que as empresas portuguesas continuam a promover resulta em grande medida da contracção do mercado interno, que obrigou as empresas a inovar através do alargamento da sua actividade a mercados internacionais, com os benefícios que daí resultam. É que a necessidade aguça efectivamente o engenho, mas temo que, sem uma aposta clara do Estado na construção de um ambiente ‘innovation-friendly', com benefícios fiscais e aposta na formação, medidas de discriminação positiva para as empresas mais inovadoras e simplificação do acesso a incentivos a I&D, tudo seja em pura perda e a conjuntura recessiva acabe por impor o seu peso esmagador.
A inovação é o caminho virtuoso para ajudar Portugal a recuperar da crise em que se encontra e é a única forma de não perder de vista - num país, como numa empresa - o desígnio da competitividade, sem o qual tudo o mais se dissolverá na espuma dos défices, dos impostos, das dívidas, dos memorandos e das ‘troikas'.
Se o objectivo é o crescimento económico, sustentado, robusto, que permita reduzir importações e criar emprego, então ignorar o papel-chave da inovação nessa equação equivale a contradizer esse objectivo nos seus próprios termos. Permitir isso será admitir que o primeiro-ministro, o ministro da Economia e o ministro das Finanças não entenderam, afinal, o que se passou. Será - dito de outro modo - admitir que os portugueses não entenderam o que aconteceu.
Luís Reis, Presidente da Confederação dos Serviços de Portugal (CSP)

domingo, 13 de janeiro de 2013

- As cidades e o desígnio da sustentabilidade

Num ano de renovação autárquica, é importante que se promova are flexão sobre a sustentabilidade nas propostas eleitorais, uma vez que este desígnio pressupõe uma gestão harmoniosa e eficaz 
 
Nos últimos tempos, nos debates em que participo sobre os modelos de gestão e o futuro das cidades, é cada vez mais comum falar-se em sustentabilidade como um objectivo transversal da estratégia de planeamento e desenvolvimento urbano. Sendo certo que me agrada constatar a crescente permeabilidade do discurso político a estes argumentos, falta inscrever os objectivos que tenham esse desígnio no horizonte, e que nos permitam passar além da quimera.
 
Num ano de renovação autárquica, é importante que se promova esta reflexão nas propostas eleitorais, uma vez que o desígnio da sustentabilidade pressupõe uma gestão harmoniosa e eficaz das políticas públicas. Pensar a sustentabilidade em todos os contextos é imperioso, e não apenas para cumprir a salvaguarda dos recursos e do património para as gerações vindouras, propósito consagrado para o futuro do planeta em 1987, quando as Nações Unidas tornaram público o relatório “O nosso futuro comum”, conhecido por relatório Brundtland, que introduz o "desenvolvimento sustentável". Reconheça-se que este desiderato já se antecipava em 1972, com a divulgação do estudo Limites do Crescimento pelo Clube de Roma, e a publicação da Declaração de Estocolmo, formulada na Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano. Esta declaração reconhecia a necessidade de um ambiente saudável para assegurar o bem-estar humano.
 
Pensar a cidade é procurar compreender de que forma os processos humanos e ecológicos podem coexistir em sistemas dominados pelo Homem, e preconizar as soluções mais sustentáveis. Uma cidade saudável, garante as necessidades em saúde, educação, bem estar social, ambiental e económico dos seus residentes. É ecologicamente sustentável, economicamente competitiva, democraticamente participativa, e proporciona um ambiente seguro e saudável, onde os seus habitantes podem crescer e prosperar. Pensar a sustentabilidade para qualquer cidade significa, por isso, assumir desde logo o planeamento como a actividade que antecipa a decisão política, e o objectivo da eficiência na utilização e distribuição dos recursos. Num contexto territorial urbano, tal significa encarar os recursos, todos os recursos, como bens que devemos utilizar de forma planeada, optimizando a cadeia de produção, e respeitando os ciclos de vida.
O ambiente urbano tem que conciliar a dinâmica das populações, com a definição de políticas que respondam a uma organização que é cada vez mais complexa e socialmente mais exigente. A construção de habitações deve corresponder às necessidades reais e não a caprichos do mercado (situação que se tem verificado), e as opções de intervenção no território devem respeitar um planeamento rigoroso e tecnicamente adequado. A nova organização urbana é exigente e obriga à antecipação de cenários problemáticos, os quais deveriam contemplar, num amplo horizonte temporal, os transportes e as vias rodoviárias e ferroviárias, a dimensão e adequação de áreas verdes, os serviços de saúde e a oferta escolar, as estruturas de desporto e lazer, a rede de saneamento básico e abastecimento de água, os circuitos de reciclagem dos resíduos sólidos urbanos, a monitorização sistemática da qualidade do ar e dos riscos ambientais, a harmonia estética na pluralidade dos espaços, e a instalação de estruturas de participação pública e apoio ao cidadão.
 
por , in Publico em 12.01.2013

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

- Ondas de Peniche já produzem energia elétrica

Se pensava que Peniche só era famosa no surf, então leia com atenção: o Waverollerproduz energia elétrica a partir das ondas. Máquina única a nível mundial está no fundo do mar, a 900 metros da costa, perto do Baleal.
in, EXPRESSO

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

- As inovações tecnológicas que podem mudar as cidades

Um dos principais especialistas do MIT em espaços urbanos, Kent Larson demonstra numa Ted Talk as apostas tecnológicas que poderão melhorar a vida e o estado da cidade. Pode estar a olhar para o futuro da sua rua. É só ver o vídeo.
 


in, EXPRESSO 21.out.2012

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

- Um grande cérebro para a cidade

... [não posso estar mais de acordo]
 
"Os projetos de cidades inteligentes vencedores são aqueles que envolvem os cidadãos e as entidades privadas na definição das linhas estratégicas"

 
in, EXPRESSO de 08.OUT.2012