| in, IAPMEI IAPMEI distingue 1103 empresas com o Estatuto PME Excelência 2013
Foram apresentadas a 6 de fevereiro, numa cerimónia pública que contou com a presença do Ministro da Economia e do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, as 1103 empresas distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2013, um instrumento de reputação criado pelo IAPMEI, que visa sinalizar as pequenas e médias empresas com perfis de desempenho superiores.
São empresas que obtiveram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão no exercício de 2012, e que conseguiram manter-se competitivas num contexto económico exigente, com crescimento e consolidação de resultados.
No seu conjunto, as PME Excelência 2013 são responsáveis por mais de 43 mil postos de trabalho direto e geraram um volume de negócios superior a 5,8 mil milhões de euros em 2012, que representou um crescimento médio de 9%, face ao exercício anterior.
Com um ativo líquido global de 4,4 mil milhões de euros, as PME Excelência 2013 apresentam uma autonomia financeira média de 52,6% e níveis de rendibilidade dos capitais próprios, do ativo, e das vendas, de respetivamente 17%, 9% e 6,9%.
O contributo destas empresas para as exportações foi de 1,7 mil milhões de euros em 2012, valor que representou um crescimento de 27% relativamente ao ano anterior.
São empresas que tiveram um crescimento de 31,7% nos seus resultados líquidos e que viram aumentar o seu ativo em 11%.
Em termos setoriais, a Indústria, com 427 empresas (38,8%), e o Comércio, com 278 empresas (25,3%), são as atividades mais representadas no grupo das PME Excelência 2013, ocupando 64% do universo total de empresas distinguidas.
O Turismo e os Serviços, cada um representando 14% das empresas, os Transportes, com 3,9%, e a Construção, com 3,7%, são a seguir as atividades mais representativas no conjunto das PME Excelência.
Em termos de localização, os distritos do Porto e Lisboa, seguidos de Aveiro, Braga e Leiria, com respetivamente 204, 184, 157, 144 e 93 empresas, são os que reúnem a maior concentração das PME Excelência 2013.
NOTA: das 157 empresas PME E 2013 do distrito de Aveiro, o Concelho de Anadia tem uma única empresa; Aveiro, 26; Agueda, 15; Oliveira do Bairro 9; Mealhada, 3... só por curiosidade o distrito de Coimbra, tem 37 empresas PME E 2013!
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sábado, 29 de março de 2014
- PME Excelência 2014
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
- O desenvolvimento do empreendedorismo social como estratégia europeia
13/02/14, in OJE
Por Tiago Ferreira, Ativador da Rede IES Norte, Área de Acompanhamento do IES.
Por Tiago Ferreira, Ativador da Rede IES Norte, Área de Acompanhamento do IES.
É reconhecido que o modelo económico-social da Europa precisa de se reinventar. Precisa de alcançar crescimento, não o do passado, alicerçado no sistema financeiro, mas sim o crescimento baseado na equidade, na proteção do ambiente e no desenvolvimento das suas comunidades.
Reunidos em Estrasburgo, em 16 e 17 de janeiro, mais de dois mil empreendedores sociais, representantes de estruturas de apoio como governos centrais e municípios, de
fundações e de empresas de toda a Europa, afirmaram o Empreendedorismo e a Economia Social como um setor que deverá desempenhar um papel maior no futuro europeu.
Os empreendedores sociais, como criadores de soluções inovadoras para os problemas sociais, são parte essencial desta agenda da criação do futuro europeu, e a Europa precisa de mais empreendedores sociais.
O evento de Estrasburgo foi importante enquanto espaço de debate (oportunamente denominado "Have your say!"), networking e co-construção de propostas para o desenvolvimento do setor, num modelo de participação inovador e pioneiro na União Europeia, de onde saiu a assinatura da Declaração de Estrasburgo. Nesta declaração, encontramos um quadro de intenções que pretende assegurar o compromisso dos vários agentes com a aposta continuada no desenvolvimento do setor. Temas como o investimento social, a medição de impacto e o crescimento das iniciativas empreendedoras estiveram na agenda principal de interesse e são desafios para os próximos anos.
Portugal fez-se representar por mais de duas dezenas de participantes, que contribuíram entusiasticamente com o seu conhecimento e experiência: para além do IES, empreendedores sociais de projetos como ColorADD, Presley Ridge Portugal e SEA (Agência de Empreendedores Sociais) marcaram presença no evento, mostrando a qualidade e diversidade do ecossistema português. Podemos afirmar que, como país, estamos acima da média da união europeia, em termos de desenvolvimento do setor do Empreendedorismo. Esta é uma bela vantagem competitiva que devemos saber aproveitar.
Trata-se de uma nova economia, uma economia convergente, uma economia do "fazer com" e menos do "fazer para", uma economia em que os seus participantes se interessam com o propósito da ação e não apenas com o benefício próprio. Nesta economia, o autismo não é apenas uma disfunção do desenvolvimento, mas sim uma força competitiva empresarial (como defende o projeto Specialisterne); o daltonismo não impede uma criança de colorir corretamente ou um adulto de ser autónomo na escolha de uma combinação de roupa (como revela o projeto Coloradd); e os mais velhos são mais felizes e autónomos durante mais tempo. Esta economia é uma economia melhor, é uma economia que envolve e serve a todos, e não serve apenas à criação de riqueza para alguns.
Estrasburgo 2014 é um passo firme num caminho longo, mas não utópico. O País Basco, aqui bem perto, na vizinha Espanha, é um caso de estudo real do elevado potencial de uma aposta estratégica neste setor. Nos anos 80, esta região, partindo de elevados níveis de desemprego e PIB per capita baixo, combinou uma estratégia de reindustrialização e desenvolvimento sustentável, apostando no envolvimento da população co-construtora do seu próprio desenvolvimento, no cruzamento entre os setores público, privado e social, e na inovação e sociedade do conhecimento.
Em três décadas esta região passou a ter um dos maiores PIB per capita da Europa, equiparável a países como a Holanda ou a Áustria, sendo mesmo superior
a Espanha. Tem hoje uma taxa de desemprego em linha com a UE, que é menos 10% de que Espanha no seu todo, e é a segunda região do mundo no Índice de Desenvolvimento Humano, segundo as Nações Unidas.
O primeiro passo para a construção de um futuro, como diz o Nobel da Paz e empreendedor social Mohammad Yunus, é visualizarmos que futuro pretendemos construir. A visão europeia é promissora: uma Europa mais sustentável, responsável e inclusiva, possível através do desenvolvimento do empreendedorismo social.
Reunidos em Estrasburgo, em 16 e 17 de janeiro, mais de dois mil empreendedores sociais, representantes de estruturas de apoio como governos centrais e municípios, de
fundações e de empresas de toda a Europa, afirmaram o Empreendedorismo e a Economia Social como um setor que deverá desempenhar um papel maior no futuro europeu.
Os empreendedores sociais, como criadores de soluções inovadoras para os problemas sociais, são parte essencial desta agenda da criação do futuro europeu, e a Europa precisa de mais empreendedores sociais.
O evento de Estrasburgo foi importante enquanto espaço de debate (oportunamente denominado "Have your say!"), networking e co-construção de propostas para o desenvolvimento do setor, num modelo de participação inovador e pioneiro na União Europeia, de onde saiu a assinatura da Declaração de Estrasburgo. Nesta declaração, encontramos um quadro de intenções que pretende assegurar o compromisso dos vários agentes com a aposta continuada no desenvolvimento do setor. Temas como o investimento social, a medição de impacto e o crescimento das iniciativas empreendedoras estiveram na agenda principal de interesse e são desafios para os próximos anos.
Portugal fez-se representar por mais de duas dezenas de participantes, que contribuíram entusiasticamente com o seu conhecimento e experiência: para além do IES, empreendedores sociais de projetos como ColorADD, Presley Ridge Portugal e SEA (Agência de Empreendedores Sociais) marcaram presença no evento, mostrando a qualidade e diversidade do ecossistema português. Podemos afirmar que, como país, estamos acima da média da união europeia, em termos de desenvolvimento do setor do Empreendedorismo. Esta é uma bela vantagem competitiva que devemos saber aproveitar.
Trata-se de uma nova economia, uma economia convergente, uma economia do "fazer com" e menos do "fazer para", uma economia em que os seus participantes se interessam com o propósito da ação e não apenas com o benefício próprio. Nesta economia, o autismo não é apenas uma disfunção do desenvolvimento, mas sim uma força competitiva empresarial (como defende o projeto Specialisterne); o daltonismo não impede uma criança de colorir corretamente ou um adulto de ser autónomo na escolha de uma combinação de roupa (como revela o projeto Coloradd); e os mais velhos são mais felizes e autónomos durante mais tempo. Esta economia é uma economia melhor, é uma economia que envolve e serve a todos, e não serve apenas à criação de riqueza para alguns.
Estrasburgo 2014 é um passo firme num caminho longo, mas não utópico. O País Basco, aqui bem perto, na vizinha Espanha, é um caso de estudo real do elevado potencial de uma aposta estratégica neste setor. Nos anos 80, esta região, partindo de elevados níveis de desemprego e PIB per capita baixo, combinou uma estratégia de reindustrialização e desenvolvimento sustentável, apostando no envolvimento da população co-construtora do seu próprio desenvolvimento, no cruzamento entre os setores público, privado e social, e na inovação e sociedade do conhecimento.
Em três décadas esta região passou a ter um dos maiores PIB per capita da Europa, equiparável a países como a Holanda ou a Áustria, sendo mesmo superior
a Espanha. Tem hoje uma taxa de desemprego em linha com a UE, que é menos 10% de que Espanha no seu todo, e é a segunda região do mundo no Índice de Desenvolvimento Humano, segundo as Nações Unidas.
O primeiro passo para a construção de um futuro, como diz o Nobel da Paz e empreendedor social Mohammad Yunus, é visualizarmos que futuro pretendemos construir. A visão europeia é promissora: uma Europa mais sustentável, responsável e inclusiva, possível através do desenvolvimento do empreendedorismo social.
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
- “A capacidade de inovação das PME está nas pessoas e não nos serviços, produtos ou processos”
Como analisa a importância dos recursos humanos na capacidade de inovação das pequena e médias empresas?
Em Portugal, as Pequenas e Médias Empresas (PME) representam 99,9% do tecido empresarial nacional, sendo responsáveis por 82% do emprego e por 67,8% da produção nacional. Em números absolutos, existem cerca de 848 000 PME em Portugal, responsáveis pelo emprego de cerca de 2 676 000 pessoas e por cerca de 47 000 milhões de euros da produção nacional (dados Eurostat).
Os Recursos Humanos (RH) são fundamentais para que as empresas possam crescer de forma sustentada, dado que, a partir da estratégia definida pela administração, o departamento de RH deve motivar e dar condições para que os colaboradores possam procurar os resultados ambicionados. Assume especial importância as administrações das empresas terem, nos RH, um aliado que dará o suporte necessário no crescimento da empresa. Aquilo a que assistimos frequentemente nas PME é um negligenciar da importância dos RH enquanto ator atuante e organizado para mediar as relações, compartilhar informações, criar padrões de trabalho e acompanhar a sua evolução. Um erro comum verifica-se quando se tenta implementar nas PME modelos formatados que tiveram sucesso em grandes organizações. Para que os RH possam ser uma mais-valia para uma PME, é fundamental que variáveis como a cultura, o setor de atividade, entre outros, sejam tidas em conta, pois os RH têm que fazer parte do ADN da empresa e não algo que é adaptado de uma realidade distinta.
Em que medida os RH contribuem para aumentar a capacidade de inovação das PME?
Numa PME, a proximidade das pessoas pode ser um fator diferenciador e até competitivo, pois uma equipa próxima tende a ficar mais forte e comprometida. Quando se tem uma equipa menor, os RH conseguem desenhar planos de carreira e desafios tendo em conta o perfil e aptidão de cada colaborador, sempre alinhado às metas das empresas e acompanhar de perto o desenvolvimento do mesmo.
Assume especial importância que as PME não se aproveitem da sua dimensão ou segmento de atuação para oferecer aos seus colaboradores salários baixos, pois, independentemente do tamanho de uma organização, a mesma deve ambicionar ter os melhores profissionais.
Infelizmente, grande parte das PME em Portugal não dispõem de um departamento RH, pelo que é fundamental sensibilizar para a importância dos RH no crescimento e desenvolvimento das organizações.
A gestão de pessoas no cenário que nós encontramos é fundamental para a sustentabilidade de qualquer negócio, pois a implementação dos processos de RH terão impacto direto na produtividade, satisfação e motivação dos colaboradores. Tendo em conta que este processo demora a ser implementado, é importante que os líderes das PME tenham em conta que, independentemente da sua dimensão, não ter um departamento de RH é o mesmo que um navio não ter salva-vidas, até porque a capacidade de inovação das PME está nas pessoas, e não nos serviços, produtos ou processos.
in, 29/11/13 OJE
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
- Criar Modelos de Negocio
Livro «Criar Modelos de Negócio», de Alexander Osterwalder e Yves Pigneur, edição em Português, publicado em 2011; uma referencia para quem empreende ou quer ver a empreender.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
- Guia Pratico do Empreendedor
O Empreendedorismo é acima de tudo uma atitude de alguém que
preza a sua independência e realização pessoal. Detectar uma oportunidade e
possuir o conhecimento, criatividade e iniciativa para, isoladamente ou em
conjunto, enfrentar a incerteza e transformar essa oportunidade em criação de
valor, são as características fundamentais de um empreendedor.
Os empreendedores constituem hoje em dia, um elemento vital para
a revitalização do tecido económico de diversas formas. Desde logo, empresas
mais dinâmicas e inovadoras, serão geradoras de um novo momentum para a
economia uma vez que estarão melhor posicionadas para competir de uma forma eficiente
à escala mundial e por isso apresentam mais elevadas potencialidades de
crescimento.
Paralelamente, parte da solução do futuro crescimento do emprego
só será possível com níveis mais elevados de auto-suficiência a partir da
motivação, meios de financiamento e competências para lançar um novo negócio.
Mas desenganem-se, não está ao alcance de todos.
Para o ajudar nos seus primeiros passos realizamos o Guia
Prático do Empreendedor tendo por base a experiência adquirida pelos diferentes
organismos públicos ao longo dos últimos anos. Reúne as resposta às questões
mais frequentes, colocadas por empreendedores nas diferentes fases do projeto:
desde a fase inicial – Desenvolvimento da Ideia e Plano de Negócios (A);
passando pela sua concretização – Constituição da Empresa e ligação a serviços
do Estado (B); até à de desenvolvimento – Apoio à Empresa e Instrumentos de
Financiamento (C). in, GPE
AQUI: PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO
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domingo, 14 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
- Índice de Cidades: instrumento estratégico para a sustentabilidade.
Smart cities, cidades digitais e cidades inteligentes são conceitos que têm marcado a agenda de investigação da INTELI nos últimos anos.
Na Ásia e Médio Oriente prevalecem os projetos associados à construção de cidades a partir do zero, como são os casos de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos e de Songdon, na Coreia do Sul. Na Europa e na América do Norte imperam projectos de regeneração urbana inteligente centrados em cidades com uma trajectória histórica e marcadas por especificidades económicas, sociais, culturais e institucionais, como é o caso da iniciativa “Amsterdam Smart City” na Holanda.
Também a União Europeia já colocou este tema na agenda política. Foram recentemente aprovados projectos de investigação, demonstração e inovação no âmbito do 7º Programa Quadro e do CIP – Programa Quadro para a Competitividade e Inovação, muito associados ao potencial das tecnologias de informação e comunicação como instrumentos de facilitação das funções urbanas e da vida nas cidades.
No entanto, a maioria destas abordagens tem como ponto de partida as tecnologias e os negócios, descurando a vertente humana, social e política.
As smart cities do futuro deverão partir das pessoas e das comunidades onde vivem e trabalham. É um novo paradigma na forma de fazer cidades, que exige repensar estratégias, tecnologias, modelos e processos urbanos para responder aos actuais desafios ligados à qualidade de vida, ao equilíbrio do ambiente e eficiência dos recursos naturais, às desigualdades e à exclusão social.
A INTELI está a desenvolver em parceria com as 25 cidades da rede RENER o Ìndice de Cidades Inteligentes 2020. Trata-se da elaboração de um instrumento estratégico que parte de um conceito integrado de:
Cidades que baseiam a sua atractividade na aliança entre a inovação económica, a sustentabilidade ambiental, a inclusão social e cultural e a governação aberta, em linha com a Estratégia Europa 2020.
Cidades que desenvolvem e utilizam soluções inteligentes baseadas em tecnologias de informação e comunicação para a promoção da conectividade urbana conducente à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
Objectivos
Posicionar estrategicamente os municípios portugueses num ranking de cidades inteligentes.
Objectivos
Posicionar estrategicamente os municípios portugueses num ranking de cidades inteligentes.
Monitorizar e avaliar o desempenho na prossecução dos objectivos de inovação política, social, tecnológica e ambiental dos municípios.
Mapear boas práticas internacionais em matéria de desenvolvimento urbano inteligente como suporte da definição de estratégias locais.
Potenciar a cooperação entre cidades nacionais na área da inteligência urbana.
Etapas Metodológicas
Etapas Metodológicas
CONCEPTUALIZAÇÃO DO MODELO DE ANÁLISE
Definição do modelo conceptual de uma cidade inteligente
Definição do modelo conceptual de uma cidade inteligente
DIMENSÕES E SUB-DIMENSÕES DE ANÁLISE
Definição das componentes de análise do modelo conceptual
Definição das componentes de análise do modelo conceptual
DEFINIÇÃO E SELECÇÃO DOS INDICADORES
Definição dos indicadores que permitam quantificar ou qualificar as sub-dimensões de análise
Definição dos indicadores que permitam quantificar ou qualificar as sub-dimensões de análise
CÁLCULO DOS INDICADORES
Quantificação ou qualificação dos indicadores de acordo com informação secundária e primária
Quantificação ou qualificação dos indicadores de acordo com informação secundária e primária
NORMALIZAÇÃO DOS INDICADORES
Estabelecimento de parâmetros mínimos e máximos para cada indicador de forma a permitir a sua comparabilidade
Estabelecimento de parâmetros mínimos e máximos para cada indicador de forma a permitir a sua comparabilidade
AGREGAÇÃO DE INDICADORES
Condensação de indicadores em dimensões e sub-dimensões que permitem avaliar a sua interacção e posicionamento
Condensação de indicadores em dimensões e sub-dimensões que permitem avaliar a sua interacção e posicionamento
CÁLCULO DO ÍNDICE
Aferição do índice para cada Município
Aferição do índice para cada Município
Parceiros
INTELI - Inteligência em Inovação, Siemens, Caixa Geral de Depósitos
in, http://www.inteli.pt/pt/go/indice-cidades-inteligentes-2020
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
- 10 Most Impressive Smart Cities On Earth
It wasn’t too long ago that the term ‘Smart City’ was not on very many people’s radar screens, but today smart cities are popping up all over the place and people are becoming more familiar with what that entails. In case you’re not familiar with the term a smart city uses information combined with technology to improve quality of life, reduce environmental impact, and decrease energy demand. This list of the smartest cities on the planet takes those factors into consideration, as well as the ‘smart’ plans the city might have for the future.
San Francisco
The city of San Francisco constantly ranks at the top of North American cities as one of the best places to live. They have been working to make the city smart for the past few decades and the smart grid employment sector has grown 130%. The city has very ambitious goals to decrease their carbon footprint by increasing power from renewable energy and the grid is currently powered with 41% renewable energy.
There is an emerging infrastructure for electric vehicle charging with 110 public charging stations, the highest per capita of any city. The city has also vastly improved it’s public transportation system which includes more buses and trains, as well as apps to show bikers and pedestrians the best routes through town. They’ve also developed apps for visually impaired citizens to navigate public transportation.
They currently have a goal to achieve zero waste by the year 2020. To do this they have extensively expanded their recycling system making recycling just about anything you want achievable. So far they’re making great progress. The city’s current waste diversion is 80%!
To achieve their lofty goals the city has opened up city data to software developers and startup companies to help the city innovate. There has already been more than 60 software apps in public transportation alone. How many public transportation apps does your city have? The current mayor Ed Lee, and former Mayor Gavin Newsom, have shown great leadership in bringing San Francisco to the forefront of smart cities.
Amsterdam
Amsterdam has partnered with big-time companies to go green and it is working. Companies like Phillips, Cisco, IBM, and dozens of smaller companies are all working with the city to help them innovate into a hub for smart city technology. Amsterdam has become a role model for the rest of European cities striving to become smart city savvy.
Some of the projects the city is done in the past few years have helped make this city very green. Take a walk down ‘Climate Street’ and you’ll see some of the technology in use. Trash is collected by nonpolluting electric trucks. City bus stops, billboards, and lights are powered with solar energy. Thousands of households and businesses have had their roofs retrofitted with energy efficient insulation cutting down energy costs, and these concepts are spreading like wildfire from Climate Street to the rest of the city.
In other parts of the city river going vessels can hook up to electrical power outlets to recharge their batteries rather than using high polluting diesel generators. Many thousands of homes have been upgraded with automatically dimming light switches, automatic shutting off appliances, smart meters connected to cell phones for realtime analysis, and ultra low energy LED lights are in use in thousands of applications. Billions of euros have been invested over the past three years into these smart technologies which will save the city many more billions of euros over the decades to come.
Tokyo
Japan’s biggest companies are behind the Smart city revolution taking place around the globe and are using Tokyo as their proving ground. Panasonic, Sharp, Mitsubishi, and many other big names are working very hard to infuse smart technology into this massive city. After months of rolling blackouts due to lack of nuclear power, the need for the Japanese to innovate has never been greater.
In 2006 Tokyo started aggressively greening up its city. The Imperial Palace is currently considered a Green Island in the Tokyo urban jungle, but that might change when all utility poles come down and are replaced with trees by 2015. The goal is 1 million trees in the city which might make Tokyo itself a green island. They are also aggressively pushing solar energy, renewable wind sources, and electric/hybrid cars by providing appetizing incentives to pocketbooks for businesses and household who are going green.
A few miles outside the main part of the city lies and eco-village built by Panasonic. The zero carbon emission village focuses on using renewable energy and ultra high efficient appliances. The home automation system looks at weather forecasts and determines the best time to perform the laundry. LED bulbs are installed throughout the home using 1/6th of what incandescent bulbs use, and next-generation fuel cells combined with solar power generators actually create electricity autonomously. Telecommuting is highly encouraged from these eco-homes which saves millions of CO2 emissions annually. Other companies in Japan are doing the same type of sustainable home living innovation creating prototypes for the rest of the world to follow.
Xinjiang
This remote oil town in northwest China is quickly becoming infused with the worlds best smart technology. The leadership of Xinjiang have a philosophy which is that information-technology should be integrated with every aspect of the city resident’s lives. Being a smart city in China is less about infrastructure and more about information integration and processing. Here’s some of the things they are doing.
Every bus station in the city is equipped with a electronic screen displaying bus arrival information. Mobile devices are of course connected to the bus system and the screens so checking the exact arrival time from mobile apps is possible. The city is connected with a web of public traffic cameras and all are accessible via mobile phones. This makes real-time traffic monitoring a reality, thus avoiding congestion. According to Chinese reports the mobile phone infrastructure in the city is at 170%, making the city very connected to the smart hub.
Homes are equipped with panic buttons which if pushed by an elderly person will automatically alert emergency response personnel. There is also a Social Security system which tells city officials if there is a growing number of unemployed persons. The government knows in real-time the occupation and unemployment status of the city residents. Again the Chinese smart theme, information technology integrated into life. These systems free up government workers so they don’t have to attend so many meetings and can work more efficiently.
Seattle
Seattle constantly ranks very high for smart cities across the globe. They do an exceptional job when it comes to looking out for environmental issues. One of the big reasons for this is they offer huge tax breaks for businesses and residents who purchase and utilize green technology. If you can’t afford upgrading to green technology don’t worry. Residence who meet income qualifications get free green weatherization services. These services include insulation in attics, walls, pipes, windows, and more. A wonderful way for residents of the city, who could not otherwise afford these upgrades, the chance to save lots of money on utility costs. Ultimately saving the city money on wasted electricity.
Green jobs are an abundance for this city with more than 300 companies employing thousands of people. Seattle is a national leader for innovative green building practices. The demand for energy efficient construction has never been higher. For all their efforts Seattle has the lowest electricity rates of any comparatively sized city in the nation. They also have some of the lowest carbon emissions per capita in the United States. Seattle has built a strong roadmap for the future and will continue to lead the way with their version of a smart city.
Copenhagen
Copenhagen is one of the smartest cities on the planet. Perhaps it’s due to the ambitious goal of being carbon neutral by the year 2025, which has accelerated it’s green technology revolution. Denmark has almost one hundred years experience in urban planning. In 1925 they held their first urban planning commission, so they are definitely no stranger when it comes to planning urban spaces for the future.
Copenhagen has attracted many innovative companies to use its city streets as a testing ground for green technology. For example, they have created a eco friendly smart neighborhood which houses 40,000 residents, created a similar amount of jobs for them, and is a model for green living.
They have taken a practical approach to sustainable living. When there’s no traffic on the streets the street lights turn off. The city has integrated air-quality meters in lamp posts throughout the city to monitor pollution trends. The intelligent street lighting, solar panel powered public areas, and public transportation systems are revolutionary in Europe.
The city has opened up it’s data to innovators and they are making lots of headway into sustainable living. Things like apps for finding available parking spaces throughout the city, smartphone connected smart electricity meters four homes, and and incredible network of shared bicycles all make Copenhagen very cutting edge.
Stockholm
In 2010 the European Commission named Stockholm – “Europe’s Green Capital of 2010”. This beautiful Northern European city has implemented many practical solutions to achieve their noted green success. Providing tax relief for companies who install motion sensors in their businesses in order to turn off lights when buildings are vacant is just one example.
Part of what makes this city so smart is it’s transportation network. The city sits strategically on Sweden’s southern coast and has multiple ferries connecting various international destinations. They also have high-speed trains connecting major cities, close to 2000 public buses in the city, and more than 1000 local trains and trolleys to move people around efficiently.
The city is also very green, as in bushes and trees green. There are 1000 parks (30% of the city space), seven nature reserves within the city, and residents annually recycle almost 100kg of waste per person. 90% of the city residents live within 300m of some green space. There are also two large water wastewater treatment plants where biodiesel is produced for public buses, from waste-water mind you. Even excess heat from sewage water is reused in residential heating applications. If all of those ‘green’ factoids aren’t enough the city has almost 3000 clean tech companies working to green up the city even more.
Vienna
Vienna is a growing metropolis with more than 1.7 million residents. They’re one of the greenest cities in the world and are aiming to be the greenest. They’re currently at 14% renewable energy use for the city. The Mercer survey has named Vienna the city with the highest quality of life, both for Europe and globally. Quality of life is one of the major factors when it comes to ranking a city smart or not.
Vienna has placed a lot of resources into green energy. Europe’s largest biomass powerplant provides 75,000 residential and public buildings with heating. The city is currently on track to have 300,000 m² solar panels installed by the year 2020. That is a lot of solar power which will be connected to a smart grid.
Transportation around Vienna has never been easier or more accessible. More than 90% of the city’s population has easy access to public transportation. The city has a smartcard system which automatically calculates use fees for any mode of transportation automatically, and it’s a good thing too, because the public transportation system handles more than 1.3 million passengers every day.
New York
New York has created a very clear vision of what the future smart city will encompass, and they are working quickly to achieve their goals. One way this is happening is Cisco and city24/7 have collaborated and launched an interactive platform which strategically places smart screens throughout the city to report news, events, and coupons. They are doing this by converting the old and underused public phone system. This is part of the city’s plan to bridge the digital divide and provide Internet access for all of its residents. These smart hubs will have NFC technology as well as Wi-Fi capability.
The city has granted access to software developers with more than 1300 open data sets. That is a lot of data to work with if you are a smart city entrepreneur. They’ve also set up a challenge which offers $50,000 in cash and prizes to the best apps which utilize New York City’s open data sets annually. Browsing through nycbigapps.com reveals dozens of very innovative applications that help make New York City smart. These entrepreneurs, investors, and New York City are creating a hub of smart technology.
Santiago
Rounding out the list is the large Chilean city of Santiago. We are giving Santiago a spot on this list because Latin America deserves some recognition for the efforts they’re putting forth to create smart cities. This city’s population is expected to swell over the next decade, which means if they don’t innovate now rapid growth could potentially create an urban slum.
Santiago is taking examples from around the world, as well as advice from major smart companies like IBM, and creating a smart eco friendly city. Electric public transportation through electric buses running on a closed city circuit with multiple charging outlets for private cars and taxis is being built. The city is also focusing a lot of attention on home automation systems. Systems which fuse together solar energy and optimal energy use. To make it work the city will integrate a new smart grid into the infrastructure.
Smart city entrepreneurs should look to South America for business opportunities. Cities like Santiago Chile are actively seeking long-term relationships with new ventures to innovate and execute smart city programs. And with cities like Santiago growing more than 5% each year there are numerous opportunities for smart city innovation. South America has more than 380 million people, many of whom will be moving to cities like Santiago in the coming decades.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
- Saída da crise passa por levar PME além fronteiras
O reequilíbrio da economia passa por expandir para o estrangeiro o mercado interno das Pequenas e Médias Empresas. Quem o garante são os convidados da última conferência do ciclo organizado pela Exame e Banco Popular, sob o tema "Na senda das exportações e da internacionalização".
Vanessa Sardinha e Fernando Pereira (www.expresso.pt)
10:24 Sábado, 24 de novembro de 2012
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
- Green Project Awards 2011
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- QREN | Internacionalização
A sexta edição do QREN aborda a Internacionalização. Destaque para a entrevista a Eurico Brilhante Dias, vogal da aicep Portugal Global, que diz que "nunca antes houve tantos recursos financeiros orientados à internacionalização". Mais à frente fique a par do papel das regiões na internacionalização da economia portuguesa e os contributos do Qren para a internacionalização económica. Nota ainda para os casos de sucesso e leia as histórias promissoras de beneficiários do Qren.
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
- The endless city: Culture and Organization
[Kees Boersma]
VU University Amsterdam, The Netherlands
Online publication date: 08 September 2010
«Global cities never sleep. This is the impression that remains after reading The endless city, an ambitious book about global cities edited by Ricky Burdett and Deyan Sudjic in collaboration with the London School of Economics and Political Science and the Urban Age Project. The latter is a growing platform that brings together and facilitates meetings of scholars from various backgrounds and disciplines with policy-makers and practitioners. As one can read on their website (http://www.urban-age.net), it is the ambition of the Urban Age Project to set the agenda for global cities in what can now be considered as the urban age. The urban age, as the authors argue in the final chapter of the book, is not only a description but also a vision of what cities (can) do, how they grow, what they deliver and how they are organized. read more ... »
«Global cities never sleep. This is the impression that remains after reading The endless city, an ambitious book about global cities edited by Ricky Burdett and Deyan Sudjic in collaboration with the London School of Economics and Political Science and the Urban Age Project. The latter is a growing platform that brings together and facilitates meetings of scholars from various backgrounds and disciplines with policy-makers and practitioners. As one can read on their website (http://www.urban-age.net), it is the ambition of the Urban Age Project to set the agenda for global cities in what can now be considered as the urban age. The urban age, as the authors argue in the final chapter of the book, is not only a description but also a vision of what cities (can) do, how they grow, what they deliver and how they are organized. read more ... »
NOTA: artigo em referência na pagina do Prof. José Carlos Mota - UA
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
- Ser freelancer é a nova Revolução Industrial
Já representam um quarto da economia nacional e a tendência é que cresçam mais. Ser "freelancer" é também um estilo de vida
Texto de Mariana Correia Pinto • 22/09/2011 in, PUBLICO
Hugo Araújo não sabe o que é ter um emprego, no sentido clássico do termo. A vida dele são muitos projectos ao mesmo tempo – é trabalhador independente, patrão dele mesmo, "freelancer". Está num grupo que já representa um quarto da força da economia portuguesa. E que tende a crescer.
Começou a viagem pelo mercado de trabalho ainda no ensino secundário. Um trabalho aqui, outro ali - e uma rede que começou a compor-se. Fez um curso técnico de multimédia, especializou-se em animação 3D, formou-se em Novas Tecnologias da Comunicação da Universidade de Aveiro. Tem 22 anos.
As clássicas oito horas de trabalho nunca fizeram sentido para Hugo Araújo: "O das nove às cinco não existe" para um "freelancer", que enfrenta um modelo de emprego "mais trabalhoso": "São sete dias por semana".
Nova Revolução Industrial
Vítor Ferreira, investigador do Instituto de Ciências Sociais (ICS), em Lisboa, dá uma achega à dimensão do fenómeno: “O 'freelancer' vai ser a Revolução Industrial dos nossos tempos", afirma. "Está a tornar-se cada vez mais importante."
"Gosto de fazer as coisas à minha maneira e no meu 'timing'", diz Hugo Araújo para justificar a opção pelo trabalho independente. É verdade que chegou a tentar a fórmula tradicional dos currículos, mas rapidamente desistiu: "Quando olho para trás nem percebo porque o fiz, não serve de nada”.
Este é o "tempo de arriscar" - agora que está em casa dos pais e uma falha de dinheiro no fim do mês ainda não compromete. Hugo Araújo fala disto para introduzir um dos grandes problemas com que os "freelancers" lidam: "Nunca se sabe com quanto dinheiro se chega ao fim do mês". Até mesmo o conceito de "fim do mês" deixou de fazer sentido.
Ter projectos, e não carreira
Há uma palavra que se repete no discurso do jovem de 22 anos: "Projectos". É um espelho da análise de Vítor Ferreira: "A relação com o tempo profissional passa a ser sobretudo pensada a prazo, em termos de projecto".
É uma alteração do conceito de carreira, que significa "um caminho sem volta e uma alteração estrutural", afirma o investigador do ICS. "As sociabilidades são, hoje em dia, muito dispersas" – e isso altera a forma como as pessoas se relacionam.
Hugo Araújo admite que sim: que a solidão do trabalho de "freelancer" pode ser complicada. Por isso paga uma mensalidade num espaço de "coworking": "Há mais gente, podemos ir falando, tirando dúvidas", explica.
A ideia por detrás do "freelancer" é o de ser dono da própria vida. Imposição dos tempos com que Hugo Araújo vive bem: no fundo, é como se tivesse constituído a própria empresa – "Não existe ainda formalmente pelos custos que isso implica".
Não há empresa, mas criou-se uma marca. A Apicula – assim se chama o projecto global – trabalha em "webdesign" e design ecológico. No início do próximo ano talvez Hugo Araújo deixe de se apelidar formalmente de "freelancer". Mas o espírito será sempre esse.
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011
- Investimento estrangeiro
No actual enquadramento da economia nacional, um dos caminho que nos aliviaria da crise, seria a captação de investimento estrangeiro, mas há 15 anos que não o conseguimos, por isso, com muita dificuldade o iremos conseguir agora... a não ser, que consigamos fazer a diferença, consigamos sobressair no meio de tantos outros...
Ninguém investe em Portugal, nem mesmo os portugueses, com um sistema de justiça como o que temos actualmente, em que para recuperar uma divida é preciso esperar anos; deixamos de ser aliciantes ao investimento.
A massa salarial, cresceu, não que fosse uma grande subida, mas colocou-nos em situação de desvantagem; só ultrapassamos isto com redução de salários; reduzindo os salários não conseguimos de maneira nenhuma dar uma força ao mercado.
Apesar de tudo, pouco queixume, é altura de arregaçar as mangas e mãos ao trabalho, se um não chega, arranje-se outro, ainda outro se assim tiver de ser.
Mais tarde valerá a pena!
Ninguém investe em Portugal, nem mesmo os portugueses, com um sistema de justiça como o que temos actualmente, em que para recuperar uma divida é preciso esperar anos; deixamos de ser aliciantes ao investimento.
A massa salarial, cresceu, não que fosse uma grande subida, mas colocou-nos em situação de desvantagem; só ultrapassamos isto com redução de salários; reduzindo os salários não conseguimos de maneira nenhuma dar uma força ao mercado.
Apesar de tudo, pouco queixume, é altura de arregaçar as mangas e mãos ao trabalho, se um não chega, arranje-se outro, ainda outro se assim tiver de ser.
Mais tarde valerá a pena!
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
- Mudar a mentalidade e mudar a estratégia
Um estudo não recente, do Observatorio do Comercio, tornava publico que ao compararmos grandes superficies e compras, o melhor dia para as vendas é ao Domingo, quando avaliado o fim de semana, já durante a semana, as vendas acontecem sistematicamente à noite.
Ora, numa tentativa para perceber o falhanço do comercio tradicional nos ultimos anos, podemos começar por aqui; na data e horário em que supostamente as pessoas mais apetencia têm para comprar, o comercio tradicional tem as portas encerradas...
os estudos sobre a temática.
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
- 2.ª Forum Empresarial by AIDA
Hoje, um dia que dediquei a adquirir novos conhecimentos! Seminário AIDA em Ilhavo.
Alguns pontos a reter:
Analisando a nossa economia a 30 anos, podemos concluir que já estivemos bem, só que com uma pequena ressalva; estivemos enganados. Hoje, é do conhecimento publico que deveríamos ter orientado as politicas publicas para a criação de riqueza, ou seja, bens transaccionáveis! Em vez disso, criamos auto-estradas, pontes, banda larga, serviços, serviços, serviços.... conclusão, entramos em 2010 a derrapar aos 140 mil milhões de euros, quando em 98, andaríamos a rondar os 60 mil milhões. Nem sei que diga!
Bem, não temos nada para vender, ou pouco, então afinal qual é a solução: Inovar!
Inovar, significa, aprender com os erros e reverter a situação. Cabe a cada um de nós... em tempos na china, eram os próprios funcionários a propor a descida dos salários para poupar o seu emprego... mas isso era na china, lá longe!
Inovar, aprendendo com os erros, significa agir à frente das dificuldades; ou seja, agir já hoje, agora... já sabemos para onde vamos e ao que vamos, há que contrariar as decisões, mesmo as tomadas...
Hoje a divida publica, voltou a subir! Alguns estranham ou dizem-no somente; então, mas um mercado altamente sofisticado, com um conhecimento de causa altamente eficiente, ficar-se-ia pela aprovação do Orçamento de Estado?? Com certeza que não; orçamento aprovado não quer dizer que seja executado; e mesmo que o tente é necessário que se efective a concretização dos conceitos ai descritos, - aqueles mesmos que dependem do zé povinho; o mesmo que compra com o IVA a 23%, o mesmo que investe, compra, transfere, poupa, etc., etc... o mesmo que perdeu benefícios fiscais, regalias sociais, apoios do estado, etc... está por sua conta, tudo é um desafio.
Todos vamos ter de produzir algo; algo a que possamos incrementar valor, e gerar mais valias; dizem-nos, é preciso internacionalizar, criar canais de comunicação e uma logística útil e eficaz. Concordo! Ontem, já íamos tarde, mas ontem foi aprovado o orçamento, e lá nas suas milhenas de linhas, não está vertida esta intenção; apoio à internacionalização como uma máxima nacional.
No passado já tivemos 24 mil empresas a exportar, hoje umas 18 mil com tendência para descer mais. 90% do nosso tecido empresarial são PME, e destas 45% são micro empresas... uma estrutura criada que dificulta muito o processo que nos vai salvar, a internacionalização. Precisam-se de apoios, e com eles, decisões claras e objectivas: justiça, massa salarial indexada à produtividade, qualificação de RH e legislação laboral adequada; é preciso no fundo do poço, olhar para cima e ver luz, ver soluções. Ser claro e objectivo. É preciso financiar a economia; não estradas, não serviços, não outras coisas, são validas certamente, mas primeiro invista-se em criação de riqueza; voltem a colocar a vaca e o porco nos currais das casas em Portugal... voltem a valorizar a agricultura mediterrânica. Voltemos ao mar, há quem diga que o nosso futuro passa por ai....
Mas afinal, é o mar? É a banda Larga? É o turismo, são os portos, a floresta, somos o quê, que pais somos e para onde caminhamos? Quem define isto?
Como dizia o outro: apresentem-me soluções, problemas tenho os meus e bastam. Afinal tudo é um desafio, e quem tardar a perceber isto ai sim, vai passar um mau bocado; um mau bocado que pode ir até 2 décadas.
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
- Portugal é o 13.º mais competitivo entre os países do euro
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Portugal subiu uma posição no ranking da competitividade, ocupando o 13.º lugar no conjunto dos 16 países do euro, segundo o relatório Euro Monitor 2010, a que agência Lusa teve acesso.De acordo com o Euro Monitor 2010 - Indicatores for Balance Growth, Portugal obteve uma pontuação total de 4,1 pontos, valor igual ao registado em 2009 e abaixo dos 4,9 pontos alcançados em 2005.
in, OJE
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
- AIE diz que Portugal tem que fazer mais em eficiência energética
O presidente da Agência Internacional de Energia, Nobuo Tanaka, elogiou os resultados obtidos por Portugal nas energias renováveis mas considera que o país dever fazer mais do que tem feito em matéria de eficiência energética. [+]
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
- "Act now, be connected"
O desafio da sustentabilidade é de todos...
Especialistas nacionais e internacionais estiveram reunidos hoje para apresentar e debater soluções para uma economia mais sustentável do ponto de vista social e ambiental. O mote do dia é "Act now, be connected" e o tema central serão as Redes de Valor.
Helena Caiado, coordenadora do projecto, explica... aqui
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