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sábado, 29 de março de 2014

- PME Excelência 2014

in, IAPMEI
   
IAPMEI distingue 1103 empresas com o Estatuto PME Excelência 2013


Foram apresentadas a 6 de fevereiro, numa cerimónia pública que contou com a presença do Ministro da Economia e do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, as 1103 empresas distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2013, um instrumento de reputação criado pelo IAPMEI, que visa sinalizar as pequenas e médias empresas com perfis de desempenho superiores.
São empresas que obtiveram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão no exercício de 2012, e que conseguiram manter-se competitivas num contexto económico exigente, com crescimento e consolidação de resultados.
No seu conjunto, as PME Excelência 2013 são responsáveis por mais de 43 mil postos de trabalho direto e geraram um volume de negócios superior a 5,8 mil milhões de euros em 2012, que representou um crescimento médio de 9%, face ao exercício anterior.
Com um ativo líquido global de 4,4 mil milhões de euros, as PME Excelência 2013 apresentam uma autonomia financeira média de 52,6% e níveis de rendibilidade dos capitais próprios, do ativo, e das vendas, de respetivamente 17%, 9% e 6,9%.
O contributo destas empresas para as exportações foi de 1,7 mil milhões de euros em 2012, valor que representou um crescimento de 27% relativamente ao ano anterior.
São empresas que tiveram um crescimento de 31,7% nos seus resultados líquidos e que viram aumentar o seu ativo em 11%.
Em termos setoriais, a Indústria, com 427 empresas (38,8%), e o Comércio, com 278 empresas (25,3%), são as atividades mais representadas no grupo das PME Excelência 2013, ocupando 64% do universo total de empresas distinguidas.
O Turismo e os Serviços, cada um representando 14% das empresas, os Transportes, com 3,9%, e a Construção, com 3,7%, são a seguir as atividades mais representativas no conjunto das PME Excelência.
Em termos de localização, os distritos do Porto e Lisboa, seguidos de Aveiro, Braga e Leiria, com respetivamente 204, 184, 157, 144 e 93 empresas, são os que reúnem a maior concentração das PME Excelência 2013. 


NOTA: das 157 empresas PME E 2013 do distrito de Aveiro, o Concelho de Anadia tem uma única empresa; Aveiro, 26; Agueda, 15; Oliveira do Bairro 9; Mealhada, 3... só por curiosidade o distrito de Coimbra, tem 37 empresas PME E 2013!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

- Conferência | Crescer & Competir 2020

A conferência Crescer & Competir 2020, que decorreu no passado dia 6 de dezembro, concretiza o evento anual do Programa Operacional Factores de Competitividade – COMPETE.
O COMPETE é o programa dirigido ao apoio direto e indireto às empresas na melhoria da inovação, internacionalização e competitividade.
A Sessão foi marcada por 2 momentos relevantes:
  1. A aplicação do dinheiro dos fundos estruturais e as conclusões da avaliação intercalar do programa realizada pelo consórcio Augusto Mateus e Associados e Price Coopers Portugal.
  2. Foram ainda dinamizados painéis de debate sobre a política publica e a económica no âmbito dos fundos estruturais 2014/2020 onde estiveram representantes de empresas, centros de saber e mercado financeiro.


 
A abertura coube ao Ministro da Economia, António Pires de Lima. Da intervenção que protagonizou assumiu que o investimento empresarial é uma das prioridades do governo e que o COMPETE tem um desempenho positivo enquanto instrumento de promoção dos fatores de competitividade da economia portuguesa, constituindo como um instrumento de apoio crucial às empresas.
Seguindo o programa deixamos algumas notas das intervenções que se seguiram:
O Papel dos Fundos Estruturais na promoção da competitividade | A caminho da Europa 2020 |Virgílio Martins DG Régio

O representante da DG Régio, Virgílio Martins, reforçou e relembrou que a política de coesão é o mais importante instrumento que está ao dispor da União Europeia para promover a modernização da economia. Deixando a nota que no novo quadro económico os recursos serão orientados estrategicamente para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo.
Os investimentos ao abrigo do FEDER concentrar-se-ão em 4 grandes prioridades
  • Reforço a Investigação, o Desenvolvimentos Tecnológico e a Inovação;
  • Acesso às tecnologias de Informação e comunicação fomentado a sua utilização e a sua qualidade;
  • Reforço na competitividade das PME’s, que constituem a espinha dorsal da EU e são motores essenciais de crescimento, criação de emprego e coesão;
  • Fomento de uma economia de baixo carbono em todos os sectores.
 
A experiência do COMPETE | Incrementar os factores de Competitividade | Franquelim Alves |Gestor do COMPETE
Franquelim Alves, Gestor do COMPETE, refere o ano de 2013 como um ano de objetivos atingidos.
Fazendo um balanço das informações mais marcantes do que foi o ano de 2013:
  • Aprovados 6.347 projetos
  • Investimento elegível aprovado no valor de 8,1 mil milhões €
  • Incentivo aprovado no valor de 3,9 mil milhões €
  • Criação líquida de mais de 19.000 empregos
  • Cerca de 5.000 empresas apoiadas
  • Cerca de 3.900 empresas apoiadas através de instrumentos de engenharia financeira
Salientando a alteração ao nível dos concursos que funcionaram em contínuo e que proporcionou um aumento significativo no número e na qualidade das candidaturas recebidas.
Terminou a sua intervenção naquelas que devem ser as linhas condutoras em 2014-2020:
  • Desmaterialização e automação de procedimentos
  • Foco no acompanhamento e execução
  • Reforço da componente de incentivo reembolsável e prémio de capitalização
  • Racionalidade da utilização dos recursos
  • “Up grade” dos mecanismos de execução e controlo da engenharia financeira
  • Maior integração de incentivos e gestão coordenada da “carteira” de projetos.
 
Os instrumentos públicos de apoio à Competitividade | Apresentação das Linhas Principais da Avaliação Intercalar do COMPETE | Augusto Mateus | Responsável pela Equipa de Avaliação AMA & PWC
O Prof. Augusto Mateus como responsável pela Avaliação Intercalar do COMPETE, começou a sua intervenção destacando que a experiência pode e deve servir de ensinamento e que estamos a tempo de preparar a nova programação 2014-2020 com qualidade.
Salientou que o COMPETE contribuiu, inequivocamente, para o reforço da orientação exportadora da economia portuguesa.
E em relação às conclusões da avaliação salientamos alguns pontos-chave:
  1. desempenho positivo com uma maturação longa dos seus efeitos
  2. as empresas apoiadas pelo COMPETE são melhores que o universo empresarial português comparável e prosseguem motivações e estratégias focalizadas nos principais desafios competitivos
  3. os resultados potenciais globais os projetos apoiados comportam uma dimensão de forte impacto nas empresas apoiadas dos projetos apoiados, sendo bastante expressivos e positivos, comportam desequilíbrios qualitativos que importa aprofundar e corrigir
Ficaram ainda algumas sugestões das quais destacamos a aposta na comunicação e divulgação dos apoios disponíveis por forma a induzir a sua procura e a sua utilização. Em suma uma comunicação centrada nos resultados que se pretendem obter.
Depois de uma apresentação detalhada do relatório e dos comportamentos a adotar de futuro ficou a conclusão em jeito de desafio: Sermos ousados, porque temos gente, meios, território, capacidades e uma rede pública de competências que nos permite ser muito ousados em relação à utilização dos fundos estruturais. Rigor e exigência são as palavras-chave para uma utilização de fundos que fomentem uma mudança estrutural.
Foi desta forma que terminou a 1ª parte da manhã. Os painéis que se seguiram versaram a temática do próximo quadro de programação 2014/2020.
Numa lógica de debate e troca de opiniões decorreram 2 painéis com temas distintos. O 1º painel dedicado ao I&Dt e à internacionalização na vertente do crescimento competitivo e um 2º painel sobre financiamento e o papel dos instrumentos financeiros no período 2014/2020:
PAINEL I – Crescer e Competir | Inovação, I&D e Internacionalização 2014|2020
Keynote Speaker: Francisco Veloso | Director da Faculdade de Economia da Universidade Católica
Oradores:
António Saraiva | Presidente da CIP (Confederação Empresarial de Portugal)
José Carlos Caldeira |Director do INESC Porto
Bruno Carvalho | CEO da Active Space Technologies
Moderador: Sónia Lourenço | Expresso
 
 
PAINEL II –Financiar a Economia | O papel dos Instrumentos Financeiros 2014|2020
Keynote Speaker : Franquelim Alves
Oradores:
Rui Semedo |Presidente Banco Popular Portugal
Joaquim Sérvulo Rodrigues | CEO da Espirito Santo Ventures
Virgílio Martins |DG Régio
Moderador: Sónia Lourenço | Expresso
 
 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

- Guia Pratico do Empreendedor

http://www.ei.gov.pt/files/institucional/5guiapraticoempreendedor.pdf

O Empreendedorismo é acima de tudo uma atitude de alguém que preza a sua independência e realização pessoal. Detectar uma oportunidade e possuir o conhecimento, criatividade e iniciativa para, isoladamente ou em conjunto, enfrentar a incerteza e transformar essa oportunidade em criação de valor, são as características fundamentais de um empreendedor.
Os empreendedores constituem hoje em dia, um elemento vital para a revitalização do tecido económico de diversas formas. Desde logo, empresas mais dinâmicas e inovadoras, serão geradoras de um novo momentum para a economia uma vez que estarão melhor posicionadas para competir de uma forma eficiente à escala mundial e por isso apresentam mais elevadas potencialidades de crescimento.
Paralelamente, parte da solução do futuro crescimento do emprego só será possível com níveis mais elevados de auto-suficiência a partir da motivação, meios de financiamento e competências para lançar um novo negócio.
Mas desenganem-se, não está ao alcance de todos.
Para o ajudar nos seus primeiros passos realizamos o Guia Prático do Empreendedor tendo por base a experiência adquirida pelos diferentes organismos públicos ao longo dos últimos anos. Reúne as resposta às questões mais frequentes, colocadas por empreendedores nas diferentes fases do projeto: desde a fase inicial – Desenvolvimento da Ideia e Plano de Negócios (A); passando pela sua concretização – Constituição da Empresa e ligação a serviços do Estado (B); até à de desenvolvimento – Apoio à Empresa e Instrumentos de Financiamento (C). in, GPE
AQUI: PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

- Cluster do Sal de Aveiro

Uma reflexão sobre o potencial do 'Sal de Aveiro' produzida por Jorge M. Pinho Silva e Ricardo Videira da Associação Comercial de Aveiro e por José Carlos Mota do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro e apresentada hoje no Workshop do Projecto internacional AQUA-ADD (http://www.aqua-add.eu/).
 
 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

- The Global Competitiveness Report 2013-2014

.... "Portugal continues to fall in the rankings, coming in at 51st place, two places down since last year."

"...Spain at 35th, Italy at 49th, Portugal at 51st, and Greece at 91st"




terça-feira, 16 de julho de 2013

- Plano de Ação Regional 2014-2020

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro foi incumbida pelo Governo para a elaboração do Plano de Ação Regional (PAR), de modo a assegurar a existência de um quadro estratégico capaz de garantir a utilização eficiente dos recursos que serão colocados à disposição da região pela União Europeia, no próximo período de programação (2014-2020).

Durante os últimos meses, a CCDRC desenvolveu um intenso trabalho de dinamização dos parceiros económicos e sociais, das entidades do sistema científico e tecnológico e de outras entidades representativas da sociedade civil, à volta da estratégia de desenvolvimento regional para o futuro do Centro de Portugal - CRER 2020.

Concluída a fase de recolha de contributos e elaboração de uma primeira versão do Plano de Ação Regional (PAR), a CCDRC vem agora lançar uma fase de auscultação da região, dos seus agentes e dos seus cidadãos sobre este documento, a decorrer até ao final do presente mês de julho.

Faça o seu comentário ao documento aqui.

domingo, 14 de julho de 2013

- Carta Magna da Competitividade: relatório 2012



Relatório da Competitividade de 2012 que actualiza pela nona vez a "Carteira de Indicadores", parte integrante da Carta Magna da Competitividade.
O objectivo é o de monitorizar a evolução de indicadores e a sua comparação com os relativos a 15 economias europeias, numa análise tipo "input-output". Os indicadores de "input" respeitam a factores de competitividade, que de algum modo possam constituir-se como "policy drivers" no domínio da evolução da competitividade. Os indicadores de "output" referem-se a "resultados" no domínio da criação de riqueza e emprego.

- Carta Regional de Competitividade Entre Douro e Vouga

 A Associação Industrial Portuguesa, entre 2008 e 2009,  procedeu à elaboração das Cartas Regionais da Competitividade, tendo a informação estatística de base sido actualizada em 2011. Em cada uma destas cartas aborda-se o território, a demografia, as actividades económicas, pólos industriais e clusters, os recursos humanos e I&D, a inovação empresarial, os novos projectos - infraestruturas e actividades e enunciam-se alguns desafios, riscos e oportunidades no médio prazo. AQUI

- "Encontros da Junqueira"

A Associação Industrial Portuguesa publicou na edição de hoje do jornal Vida Económica a primeira sessão dos "Encontros da Junqueira" (ver aqui), cujo orador convidado foi o académico Luís Cabral, da New York University.  

terça-feira, 30 de abril de 2013

sábado, 15 de dezembro de 2012

- É preciso "uma revolução" na Administração Pública

A economista Teodora Cardoso afirmou que o processo de privatizações tem de considerar "a necessidade de a política orçamental olhar para o futuro" e que é preciso haver "uma revolução" na administração pública.
 
A presidente do Conselho das Finanças Públicas, que falava na conferência "As privatizações não se discutem?", em Lisboa, explicou que "não se pode ignorar que o objectivo básico do orçamento é garantir a sustentabilidade e a boa afectação de recursos na economia".
"Quando o orçamento não chega, gasta-se mais e de uma maneira ou de outra isso há-de ser pago. Se as empresas públicas forem privatizadas, mas mantiverem este sistema não se ganha absolutamente nada", argumentou a economista.
Além disso, Teodora Cardoso defendeu ainda a necessidade de ter uma administração pública "muito qualificada": "Temos de ter uma administração pública muito diferente da que temos: mais qualificada, com mais responsabilidades de gestão e com capacidade estratégica. Isto é uma revolução", afirmou.
Para a economista, "a qualidade da administração pública é muito importante para o sector privado e é necessário que a administração pública e a política orçamental funcionem para bem do próprio sector privado".
Teodora Cardoso disse ainda que as privatizações em Portugal, entre 1995 e 2000, não funcionaram devido à "miopia da política orçamental, que sempre foi baseada em orçamentos estritamente anuais e ninguém pensava nas consequências disso mais tarde".
Para a economista, com as privatizações aumentaram-se as despesas em vez de se reduzir a dívida para entrar numa rota de sustentabilidade".
Também a "inadaptação da política económica ao enquadramento da moeda única" contribuiu para que as privatizações não tivessem permitido reduzir o stock da dívida.
"A moeda única tinha as vantagens de baixar os juros e permitir mais financiamento, mas íamos perder a política monetária e a política cambial e tínhamos de ajustar a política económica. Isso não foi feito", afirmou a economista.
Teodora Cardoso referiu ainda que o público passou a estar "muito mais consciente e exigente no que pedia aos serviços públicos" e que a solução do Estado foi "aumentar os meios para esses serviços".
"Nunca se pensou que tinha de haver aumento de eficiência nesses serviços", destacou, defendendo que é preciso "corrigir os erros" do passado nesta nova vaga de privatizações.
"Temos de perceber que a política orçamental tem, definitivamente, de deixar de ser um instrumento de estímulo à economia no curto prazo. E a política económica tem de concentrar-se em promover a melhor afectação de recursos na economia e procurar soluções para que o crescimento não venha da dívida. Diria que [as políticas orçamental e política] têm de funcionar de uma maneira oposta à que actuámos anteriormente", argumentou.
A economista falava na conferência "O processo de privatizações em curso: riscos e desafios", uma iniciativa organizada hoje, em Lisboa, pelo Instituto de Direito Económico, Financeiro e Fiscal e pela Faculdade de Direito de Lisboa.
 
in, JORNAL DE NEGOCIOS em 06.DEZ.2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

- Gerir finanças é um ato de cidadania.

Principalmente quando são finanças publicas!
 
Logo cedo aprendemos o que é um NÃO; uns mais que outros sabem ao longo da vida que nunca podemso ter tudo o que queremos e que tudo o o que se quer tem um preço que podemos não estar disponiveis para o pagar.
Assim, só podemos aprender a gerir expetativas: entre o que podemos ter e o que podemos ver. Tudo é gerivel e começa em casa.
 
O expresso, publicou um texto da Maria Martins que considero um tema que deve estar sempre em cima da mesa: "Saiba como esticar o dinheiro até ao fim do mês"
Como o dinheiro não é elástico, a única forma de o esticar é controlando-o. Uma especialista em educação financeira diz-lhe como em 16 passos.
A verdadeira independência financeira só existe quando se vive de acordo com o dinheiro que se tem. E isso consegue-se fazendo um plano de gastos mensal, "uma fotografia rigorosa de quanto tem para gastar (rendimento) e de quando precisa de gastar (despesa)", explica Susana Albuquerque, especialista em educação financeira. Apenas com planeamento controlará o dinheiro e aprenderá a distinguir "entre necessidades e desejos".
 
Organizar o dinheiro
 
Planeie o mês. Dificilmente controla o dinheiro se não faz ideia onde o vai gastar. Depois de fazer o seu plano, se for necessário, distribua o dinheiro por envelopes, identificando os diferentes fins a que se destinam. Lembre-se que há envelopes intocáveis, como os das despesas fixas, e que desviar dinheiro do envelope do hipermercado para o das saídas à noite vai "pesar-lhe" no estômago.
Anote todas as despesas. Literalmente todas - pois esta é a única forma que tem de perceber onde gasta o dinheiro. "Para cumprir e gerir bem o seu plano é essencial tomar nota de todos os gastos, desde o café que tira na máquina da faculdade até ao que gasta numa saída com amigos", alerta Susana Albuquerque: "Esse registo vai permitir perceber se está a cumprir o orçamento ou não e mostrar que ajustes precisa de fazer se não o está a cumprir." É frequente pensarmos apenas nas despesas fixas, como a renda, a água, luz, gás e supermercado, esquecendo o dinheiro que se gasta com um pastel de nata a meio da manhã ou uma revista todas as semanas. Depois de um mês a anotar tudo, vai aprender a fugir dos buracos negros que lhe sugam o dinheiro de forma impercetível.
Retire uma poupança no dia 1. "O segredo que nunca lhe contaram sobre a poupança, é que para ser infalível, ela deve ser feita à cabeça e não no final do mês, o que permite duas coisas, aumentar todos os meses a reserva para imprevistos ou objetivos futuros, e gastar de forma tranquila o que sobra, sem se sentir culpado", explica a autora do livro "Independência Financeira para Mulheres". Nem que sejam cinco euros por mês, vai valer a pena - o que poupa dá-lhe para um dos festivais de Verão.
Esqueça o Multibanco. Gastar dinheiro de plástico é tão fácil como jogar Monopólio, com a diferença que as suas notas são reais. Se tem dificuldades em gerir o orçamento, a melhor opção é andar com dinheiro no bolso. Dito isto, se já planeou o mês, sabe exatamente quanto deve gastar por semana. E é esse dinheiro que deve trazer consigo. Se tem um orçamento semanal de 30 euros é fácil perceber que ficou em maus lençóis quando prolongou uma ida ao cinema com um jantar no sushi e constatou, ao chegar a casa, que ficou apenas com 10 euros na carteira para o resto da semana.
Compense. O desaire da noite anterior leva a outro conselho. Se exagerou, agora terá de compensar. Não nos fica bem dizer isto, mas talvez tenha de passar o resto da semana a comer na cantina da faculdade ou a jantar atum com feijão-frade - mas ao menos, endireita as finanças para o resto do mês.
 
Onde poupar



Informe-se sobre o material de estudo. Precisará mesmo de comprar todos os livros? Não serão as sebentas e os exames dos anos anteriores suficientes para conseguir boas notas nos exames? Será que não há estudantes mais velhos a venderem livros em segunda mão? Já se informou se não pode requisitá-los na biblioteca? Equacione todas estas opções antes de gastar metade do orçamento em livros, que podem não ser de 1.ª necessidade.
Compre apenas o que precisa. Como sabe, os computadores fixos são mais baratos e têm a grande vantagem de não ficarem esquecidos na cantina da faculdade ou serem roubados no Metro. Pondere se precisa mesmo de um portátil ou o quer apenas como troféu para exibir aos novos colegas.
Compre o passe. Atenção aos transportes que tem de usar para chegar à faculdade. Ao fim de uma semana de aulas já terá ideia se vai usar apenas autocarro ou também o Metro, e quantas viagens fará, em média, por semana - não se esqueça de contabilizar as viagens a casa daquela tia que se propôs oferecer-lhe o jantar todas as quintas-feiras. Com base nestas informações, veja qual o tarifário mais interessante para si.
Elimine os vícios. Cigarros ou café, qualquer deles sai bastante dispendioso. Se a sua dose diária de nicotina e cafeína obriga a um maço de cigarros e 3 bicas, gasta cerca de 175 euros por mês Basta deixar os cigarros para poupar 120 euros. Já pensou no que pode fazer com 1440 euros no final do ano?
Programe as refeições. Assim pode comprar tudo o que precisa quando for ao supermercado e até cozinhar algumas delas apenas num dia em que tenha mais tempo livre. E evita a tentação de comer "qualquer coisa" fora, com a desculpa de se ter esquecido de comprar arroz ou de já ser tarde demais para fazer o jantar.
Tome o pequeno-almoço em casa. A diferença entre tomar a primeira refeição do dia em casa ou no café da esquina pode rondar os 50 euros. Com este dinheiro pode ir ao cinema, ao teatro e a um concerto todos os meses!
Seja criativo. Ser jovem é inverter as regras, certo? Então esqueça tudo o que leu sobre culinária e decida o que cozinhar em função dos ingredientes que tem em casa - e não o contrário. Se na despensa há esparguete e atum, por que razão há de sair de casa para ir comprar bacalhau demolhado para fazer à Braz?
Aproveite os cupões de desconto. Para poupar no supermercado deve cumprir duas regras sagradas: não ir de barriga vazia e levar uma lista de compras. Segui-las é meio caminho andado para trazer apenas o que precisa. Só vale a pena abrir exceções se deparar com promoções verdadeiramente fantásticas (do tipo 50% de desconto em cartão ou pague 1 e leve 2) em produtos que realmente usa e que lhe farão falta brevemente.
Faça intervalo na TV. Talvez ainda não tenha tido tempo para perceber, mas os universitários não têm uma grande relação com a televisão. Entre as aulas, as horas de estudo, as conversas com os amigos, e as saídas à noite, não conseguirá desfrutar dos 80 canais que paga mensalmente. E se a desculpa de manter a assinatura da televisão por cabo é o telefone fixo com chamadas grátis, ou a internet, faça bem as contas. Sai mais barato os seus pais aderirem à sua rede ou passarem a usar o skype (e até podem ver se você está com bom aspeto...), e passar a usar internet móvel.
Controle a água, luz e gás. Feche a torneira quando escova os dentes e se ensaboa no banho. Utilize as máquinas da roupa e da louça apenas com cargas completas. Apague as luzes, computador e televisão quando não estão a ser usados. Se tiver aquecimento, desligue-o quando sai de casa e durante a noite. Investir num edredão bem quente é mais económico e saudável.
Guarde-se para os saldos. Começam cada vez mais cedo e são cada vez melhores, por isso não há desculpa para não esperar para comprar um casaco quente ou umas boas botas para o inverno. Em caso de força maior, procure as promoções que se vão fazendo ao longo do ano.
 
in, Expresso a 25.SET.012:

- O que será das nossas cidades sem agricultura?

A razão de que tudo e compra e nada se produz, deu o que tinha a dar.

Logo depois do 25 de Abril, largos passos trilharam caminho no sentido da qualidade de vida, e direitos dos cidadãos... grandes avanças se conquistaram a saúde, na educação, na justiça, - tudo corria bem! Até se esquecer a realidade de um pais.

Portugal sempre foi um país de agricultura "mediterrânica"; primeiro no segmento da subsistência familiar e depois no complemento salarial do agregado. Vantagens: maior equilíbrio financeiro para as famílias, mais riqueza para o país, mais diversidade e empreendedorismo. Não teríamos os campos ao abandono, e tanta gente que não os infortunados pelo desemprego direto, sem solução no mercado de trabalho.

Agricultura. Sim, agricultura. Da de comer e dá imaginação para os mais ambiciosos.

Não podemos ser um pais de serviços, em que se produz e se inova no mercado de serviços e bens tecnológicos e se esquece a nossa maior riqueza. A agricultura.

O que será das nossas cidades sem agricultura?

Um lugar agradável para viver não será certamente…

- "O Mercado Único Funciona bem" ?

por Regina Bastos, eurodeputada.
 
Regina Bastos que apresentou o seu relatório no ano que se celebra o vigésimo aniversário da criação do Mercado Único, acentuou que "importa dar um novo fôlego ao Mercado Único que coloque no seu centro os cidadãos e os consumidores de modo a que possam beneficiar plenamente das suas vantagens, contribuindo para a coesão territorial, económica e social da União Europeia".
 
O relatório da Deputada do PSD ao Parlamento Europeu, Regina Bastos, sobre "As 20 principais preocupações dos cidadãos e das empresas europeias relativamente ao funcionamento do Mercado Único", foi hoje em Bruxelas aprovado por unanimidade na Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores.
Regina Bastos denunciou "o desfasamento entre as expectativas dos cidadãos e das empresas e a realidade do Mercado Único"
A Deputada portuguesa considerou que esse desfasamento decorre de três lacunas: "lacuna de informação; lacuna em matéria de transposição de legislação e lacuna legislativa".
A Deputada do PSD ao Parlamento Europeu, apontou insuficiências gritantes no reconhecimento de qualificações, na portabilidade de pensões, no reembolso de despesas de saúde, na abertura de contas bancárias, nas discriminações no emprego, no mercado interno digital, nas questões relacionadas com o fornecimento de energia e com o IVA, entre outras.
Regina Bastos realçou que nesta altura em que "a Europa é afectada pela grave crise financeira, económica e social" revitalizar e reforçar a eficácia do Mercado Único é essencial para permitir que a Europa se desenvolva, promova o crescimento e o emprego e assim aumente a confiança dos cidadãos e empresas.
A Deputada do PSD defende no seu relatório a necessidade de se criar um verdadeiro Mercado Único digital a funcionar devidamente e que seja seguro para consumidores e empresas, permitindo às empresas, em especial às PME conquistar novos mercados e dando acesso aos consumidores a novos produtos a melhor preço.
Por outro lado defendeu a necessidade de se reforçar a cooperação entre o Parlamento, o Conselho, a Comissão e os Estados-Membros, de modo a que os cidadãos se possam ver cada vez mais reflectidos quer nos principais projectos como nos actos diários da União Europeia.
A Deputada Regina Bastos considerou essencial:
1) governar melhor e em conjunto (tendo no seu relatório inserido um capítulo dedicado à Governança de modo a permitir um melhor controle da transposição correcta e atempada da legislação relativa ao Mercado Único);
2) informar os cidadãos dos seus direitos;
3) facilitar o exercício dos seus direitos (simplificando os procedimentos administrativos).
 
Brevemente, será consolidado o relatorio final e sobre o qual farei uma analise mais pormeorizada.
Para já fica a excelencia de um trabalho que interessa ao pais, e à europa. Afinal estamos num mercado unico.

terça-feira, 24 de abril de 2012

- Vantagem Competitiva pela gestão racional da energia

Seria assim que poderia começar um belissima tese...; entretanto, aqui fica um passo de gigante no futuro do mercado de produção energetica; e se há coisa que Portugal tem é mar!

«Chama-se Waveroller e é o mais recente protótipo para aproveitamento da energia das ondas. Está a ser construído em Peniche e é único a nível mundial. Um novo empurrão à economia do mar.http://expresso.sapo.pt/portugal-volta-a-liderar-na-energia-das-ondas-video=f698292 »

segunda-feira, 23 de abril de 2012

- Políticas de Alto Rendimento



Contexto técnico à parte, interessa no presente realçar alguns factos relacionados com estratégia, perseverança e sustentabilidade das estruturas nacionais do alto rendimento.

Na génese da sua criação, estiveram sempre argumentos que pouco convenceram; mas nem por isso o país deixou de apostar forte nestas infraestruturas; com estas, dinâmica desportiva, emprego e o objetivo claro da conquista olímpica: formação cívica e claro, desportiva, altamente capacitada para potenciar a nossa participação nacional em grandes competições internacionais.

O Alto Rendimento assumiu então nos últimos 3 anos, vertentes multidisciplinares, que se replicaram pelo país, e outras com visão e estratégia, se tornaram únicas no país, como é o caso do Velódromo Nacional de Anadia, situado em Sangalhos, capital secular dos veículos de duas rodas e de grandes palmarés desportivos na modalidade….

Quem acompanhou a construção desta estrutura de raiz, mesmo só com a informação disponibilizada na imprensa, consegue ao fim de dois anos após a sua construção, mesmo que ainda inacabada, dar a mão à palmatoria e dizer: bem executado e bem trabalhado!

A obra, de design arrojado, que tem recebido rasgados elogios dos 4 cantos do mundo, tem sabido posicionar-se e conquistar a presença ativa tanto de atletas, como de competições, que ganham uma após a outra, o seu lugar de destaque.

Na altura em que se discute o modelo de gestão, e a sua tutela administrativa e financeira, com mais ou menos autonomia; delegação de gestão ou conceção, é importante dizer-se nesta altura que a estratégia, a dedicação e a persistência com que se tem desenvolvido trabalho no CARD – Velódromo Nacional, tem obrigatoriamente de ser olhado como a pedra basilar, e apontar o exemplo a seguir pelos demais CARD, mesmo que em áreas diferentes.

Vejamos: passada a fase de construção, equipamento, e afins, eis que começamos sem precedentes a ver, ouvir e ler que este CARD tem diariamente trabalho de terreno, semanalmente trabalho de competição, e sem precedentes também, trabalha as 6 áreas desportivas (Ciclismo, Esgrima, Judo, Ginástica, Trampolins e Desportos Acrobáticos) que ali encontram as melhores condições, tanto para a prática desportiva como para a preparação olímpica e mundiais. 

Tudo trabalho de uma equipa que neste momento já está de parabéns, só pela persistência, pela visão e pela capacidade de trabalhar o mercado desportivo das várias modalidades olímpicas do CARDVNS.

sábado, 8 de outubro de 2011

- METODOLOGIAS PARA AVALIAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE COMPETITIVIDADE ECONÓMICA E PRODUTIVIDADE DE RECURSOS NATURAIS



O presente documento, foi editado pelo Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais e tem como objecto a relação entre competitividade económica e produtividade de recursos naturais ao nível macro e meso económico... aqui