O comentador da SIC, José Gomes Ferreira, explica....
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terça-feira, 30 de abril de 2013
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
- Ondas de Peniche já produzem energia elétrica
Se pensava que Peniche só era famosa no surf, então leia com atenção: o Waveroller já produz energia elétrica a partir das ondas. Máquina única a nível mundial está no fundo do mar, a 900 metros da costa, perto do Baleal.
in, EXPRESSO
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terça-feira, 24 de abril de 2012
- Vantagem Competitiva pela gestão racional da energia
Seria assim que poderia começar um belissima tese...; entretanto, aqui fica um passo de gigante no futuro do mercado de produção energetica; e se há coisa que Portugal tem é mar!
«Chama-se Waveroller e é o mais recente protótipo para aproveitamento da energia das ondas. Está a ser construído em Peniche e é único a nível mundial. Um novo empurrão à economia do mar.http://expresso.sapo.pt/portugal-volta-a-liderar-na-energia-das-ondas-video=f698292 »
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
- Holanda constrói ciclovia solar produtora de energia
Na cidade holandesa de Krommenie vai ser instalada uma ciclovia coberta por placas capazes de gerar energia solar.A inovadora ciclovia vai estar coberta por uma camada de células solares acumuladoras de energia que vão estar protegidas por uma placa de vidro super resistente, capaz de aguentar o peso de um camião.
Espera-se SolaRoad produza energia suficiente para iluminar as ruas e os semáforos por onde passa, sendo que a energia que sobrar será transferida para uso doméstico.
O projecto pioneiro irá estender-se por 10 quilómetros, mas o objectivo é que no futuro a SolaRoad venha a cubrir todas a estradas do país.
A ciclovia é uma invenção de um consórcio formado pela Província do Norte da Holanda, a Organização holandesa de Pesquisa Cientifica Aplicada e a empresa Imtech.
in, SOL
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A Eficiência Energética e as Alterações Comportamentais
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
- AIE diz que Portugal tem que fazer mais em eficiência energética
O presidente da Agência Internacional de Energia, Nobuo Tanaka, elogiou os resultados obtidos por Portugal nas energias renováveis mas considera que o país dever fazer mais do que tem feito em matéria de eficiência energética. [+]
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
- eficiência energética
A eficiência energética pode ser definida como a optimização que podemos fazer no consumo de energia.
Antes de se transformar em calor, frio, movimento ou luz, a energia sofre um percurso mais ou menos longo de transformação, durante o qual uma parte é desperdiçada e a outra, que chega ao consumidor, nem sempre é devidamente aproveitada. A eficiência energética pressupõe a implementação de estratégias e medidas para combater o desperdício de energia ao longo do processo de transformação: desde que a energia é transformada e, mais tarde, quando é utilizada.
A eficiência energética acompanha todo o processo de produção, distribuição e utilização da energia, que pode ser dividido em duas grandes fases:
Transformação
A energia existe na Natureza em diferentes formas e, para ser utilizada, necessita de ser transformada. Durante essa transformação, parte da energia perde-se, gerando desperdícios prejudiciais para o ambiente. Parte destas perdas é inevitável e deve-se a questões físicas, mas outra parte é perdida por mau aproveitamento e falta de optimização dos sistemas.
Esse desperdício tem vindo a merecer a crescente atenção das empresas que processam e vendem energia. Por outro lado, sendo a energia um bem vital às economias, este tema faz parte da agenda política de vários países e tem vindo a suscitar uma crescente inquietação da comunidade internacional.
Neste contexto, têm-se multiplicado as iniciativas para a promoção da eficiência energética. Empresas, governos e ONG por todo o mundo têm investido fortemente na melhoria dos processos e na pesquisa de novas tecnologias energéticas, mais eficientes e amigas do ambiente, bem como no aproveitamento das energias renováveis.
Utilização
O desperdício de energia não se esgota na fase de transformação ou conversão, ocorrendo também durante o consumo.
Nesta fase, a eficiência energética é frequentemente associada ao termo "Utilização Racional da Energia" (URE), que pressupõe a adopção de medidas que permitem uma melhor utilização da energia, tanto no sector doméstico, como nos sectores de serviços e indústria.
Através da escolha, aquisição e utilização adequada dos equipamentos, é possível alcançar significativas poupanças de energia, manter o conforto e aumentar a produtividade das actividades dependentes de energia, com vantagens do ponto de vista económico e ambiental.
Enquanto que a eficiência energética durante a transformação da energia depende apenas de um número restrito de actores, nesta fase, depende de todos nós.
in, eco.edp
Antes de se transformar em calor, frio, movimento ou luz, a energia sofre um percurso mais ou menos longo de transformação, durante o qual uma parte é desperdiçada e a outra, que chega ao consumidor, nem sempre é devidamente aproveitada. A eficiência energética pressupõe a implementação de estratégias e medidas para combater o desperdício de energia ao longo do processo de transformação: desde que a energia é transformada e, mais tarde, quando é utilizada.
A eficiência energética acompanha todo o processo de produção, distribuição e utilização da energia, que pode ser dividido em duas grandes fases:
Transformação
A energia existe na Natureza em diferentes formas e, para ser utilizada, necessita de ser transformada. Durante essa transformação, parte da energia perde-se, gerando desperdícios prejudiciais para o ambiente. Parte destas perdas é inevitável e deve-se a questões físicas, mas outra parte é perdida por mau aproveitamento e falta de optimização dos sistemas.
Esse desperdício tem vindo a merecer a crescente atenção das empresas que processam e vendem energia. Por outro lado, sendo a energia um bem vital às economias, este tema faz parte da agenda política de vários países e tem vindo a suscitar uma crescente inquietação da comunidade internacional.
Neste contexto, têm-se multiplicado as iniciativas para a promoção da eficiência energética. Empresas, governos e ONG por todo o mundo têm investido fortemente na melhoria dos processos e na pesquisa de novas tecnologias energéticas, mais eficientes e amigas do ambiente, bem como no aproveitamento das energias renováveis.
Utilização
O desperdício de energia não se esgota na fase de transformação ou conversão, ocorrendo também durante o consumo.
Nesta fase, a eficiência energética é frequentemente associada ao termo "Utilização Racional da Energia" (URE), que pressupõe a adopção de medidas que permitem uma melhor utilização da energia, tanto no sector doméstico, como nos sectores de serviços e indústria.
Através da escolha, aquisição e utilização adequada dos equipamentos, é possível alcançar significativas poupanças de energia, manter o conforto e aumentar a produtividade das actividades dependentes de energia, com vantagens do ponto de vista económico e ambiental.
Enquanto que a eficiência energética durante a transformação da energia depende apenas de um número restrito de actores, nesta fase, depende de todos nós.
in, eco.edp
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
- Energia e Telecomunicações
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Recentemente numa acção de desempenho profissional, fui chamado a defender dois factores chave da competitividade entre cidades – a energia e telecomunicações.
Logo a partida, é fácil perceber que estão os ligados, complementam-se e promovem desenvolvimento e as demais dinâmicas sócio-económicas. Sem energia não existem telecomunicações e sem telecomunicações não são executadas politicas públicas, nem mesmo as decisões e objectivos privados.
Neste contexto, torna-se adequado adoptar como opções de futuro, posturas dinâmicas num contexto de eficiência energética (tanto do edificado, como por parte dos utilizadores comuns), prevendo e promovendo através da gestão de custos, um leque de serviços e componentes flexíveis que se adequam às necessidades do processo global.
Telecomunicações eficientes, reduzem o tempo de resposta operacional de um processo, com ganhos efectivos na gestão de recursos móveis, imóveis e humanos, efectivando obviamente uma poupança de custos que poderão ser alocados a outros processos, rentabilizando assim os sistemas cruzados e versáteis.
Os factores energéticos e de telecomunicações num contexto de Plano Estratégico de Eficiência, será sem dúvida um processo gerador de competitividade que deve ser maximizado.
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Recentemente numa acção de desempenho profissional, fui chamado a defender dois factores chave da competitividade entre cidades – a energia e telecomunicações.
Logo a partida, é fácil perceber que estão os ligados, complementam-se e promovem desenvolvimento e as demais dinâmicas sócio-económicas. Sem energia não existem telecomunicações e sem telecomunicações não são executadas politicas públicas, nem mesmo as decisões e objectivos privados.
Neste contexto, torna-se adequado adoptar como opções de futuro, posturas dinâmicas num contexto de eficiência energética (tanto do edificado, como por parte dos utilizadores comuns), prevendo e promovendo através da gestão de custos, um leque de serviços e componentes flexíveis que se adequam às necessidades do processo global.
Telecomunicações eficientes, reduzem o tempo de resposta operacional de um processo, com ganhos efectivos na gestão de recursos móveis, imóveis e humanos, efectivando obviamente uma poupança de custos que poderão ser alocados a outros processos, rentabilizando assim os sistemas cruzados e versáteis.
Os factores energéticos e de telecomunicações num contexto de Plano Estratégico de Eficiência, será sem dúvida um processo gerador de competitividade que deve ser maximizado.
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sexta-feira, 20 de março de 2009
- O Papel da Energia Nuclear na Europa
A energia é, e continuará a ser, uma das principais preocupações globais do Século XXI, não constituindo a Europa excepção. Com a estimativa do forte crescimento da procura global de energia nos próximos anos, questões prementes estão a ser colocadas relativamente ao futuro do abastecimento de energia, da competitividade económica das diferentes fontes de energia e dos impactes ambientais associados.
Até 2050, a população mundial ultrapassará os 9 mil milhões de pessoas. Sem dúvida que o consumo de energia irá aumentar significativamente e prevê-se que duplique até aos 20 Gtoe por ano enquanto, para o mesmo período, se prevê que a procura de electricidade venha a triplicar. Face a uma tão grande procura, os países vêem-se agora forçados a procurar formas eficientes - económica, tecnológica e ambientalmente - para satisfazer o crescimento expectável.
Até 2050, a população mundial ultrapassará os 9 mil milhões de pessoas. Sem dúvida que o consumo de energia irá aumentar significativamente e prevê-se que duplique até aos 20 Gtoe por ano enquanto, para o mesmo período, se prevê que a procura de electricidade venha a triplicar. Face a uma tão grande procura, os países vêem-se agora forçados a procurar formas eficientes - económica, tecnológica e ambientalmente - para satisfazer o crescimento expectável.

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sexta-feira, 28 de março de 2008
- Inovação e vento...
Se a ideia tiver financiamento, pode bemn ser uma alternativa ao aproveitamente eolico... a Architect Chetwood Associates propõe uma "barragem para ventos" de $5 milhões de dólares a construir na Rússia. A barragem será construída entre as paredes de pedra sobre o Lago Lagoda no noroeste russo. Segundo os autores do projecto da barragem em formato de vela de navegação, essa estrutura será capaz de gerar energia renovável através da captura de vento que passará por uma turbina localizada ao final do funil que se formará na estrutura.Fonte: Building Design
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terça-feira, 29 de maio de 2007
- Hoje, Dia Internacional da Energia
A energia e o desenvolvimento sustentável
A energia, mais do que nunca, tornou-se num tema fundamental para a construção do desenvolvimento sustentável. Levantam-se, por isso, um conjunto de questões particulares que carecem de definições claras do ponto de vista da construção de uma política energética com uma visão global, mas que implicam uma capacidade de aplicação local. O Professor Joaquim Borges Gouveia, Docente no Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial e um expert na matéria, explica de que forma a Energia é, cada vez mais, uma variável fundamental para um desenvolvimento sustentável.
Hoje, comemora-se mais um dia mundial da energia que, dada a actualidade deste tema, assume uma maior relevância do que em anos passados. A energia, mais do que nunca, tornou-se num tema fundamental para a construção do desenvolvimento sustentável e, por isso, já não é um problema de âmbito de um só país, mas tem de ser sempre equacionado numa perspectiva global. [ler +]
(por, Joaquim Borges Gouveia)
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