quarta-feira, 11 de abril de 2007

- Programa POLIS chega ao fim mas...

a cidade de Aveiro não mais será a mesma. As transformações que foram pensadas foram realizadas, outras não, mas o que interessa é que os projectos que foram realizados são parte constituinte de Aveiro, e a cidade ganhou qualidade, visibilidade e diversidade.
Vale mesmo a pena relembrar o projecto idealizado e o construído.

- Depois da Siemens, também o Grupo Bosch aposta em Aveiro

O grupo Bosch está a apostar na produção de painéis solares térmicos

O grupo Bosch vai investir dez milhões de euros na criação de um centro de investigação em Aveiro sobre energias renováveis, nomeadamente, a solar térmica. O projecto deverá estar concluído no final do ano.
João Paulo Oliveira, representante em Portugal da Bosch, estima que em 2010 estarão a trabalhar 100 pessoas em dois mil metros quadrados de laboratórios.O objectivo do grupo é desenvolver um colector solar que represente a melhor solução em termos de preço/qualidade, tendo em conta a adequação às condições climatéricas em Portugal, onde existem muitas horas de sol por ano.Na área das energias renováveis, o grupo Bosch está a apostar na produção de painéis solares térmicos, onde o retorno do investimento é de cinco a seis anos, como explicou João Paulo Oliveira em conferência de imprensa.A Bosch tem mais relutância em desenvolver a actividade no solar fotovoltaico pois, "até agora, não é economicamente rentável e o retorno do investimento demora 13 a 15 anos", implicando a necessidade de apoios do governo, uma direcção que o grupo alemão não pretende seguir, referiu João Paulo Oliveira.





Fonte: Publico on-line em 27 MAR 2007

quinta-feira, 5 de abril de 2007

- Competitividade, Inovação e acção dos agentes locais

Torna-se necessário compreender antes de tudo, alguns conceitos que nos ajudam a compreender melhor o porquê de se falar em Competitividade e Inovação, quando no panorama nacional, parece que caminhamos para um abismo.
As materias aqui expostas são simplesmente, ferramentas de trabalho que procuram apoiar a formulação de opiniões e bem assim, discuti-las quando oportuno.
É intenção, do aqui exposto, o facto da competitividade Industrial não ser estagnada por investimentos de variada ordem, mas que seja contraposta numa relação directa com todos agentes locais: as empresas, as pessoas, as instituições de ensino, culturais, e de coesão social, entre outros.

Sermos competitivos em todas estas frentes, significa também, que só inovando podemos concorrer com economias paralelas, e para o que aqui interesssa, cidades paralelas.
Neste sentido, se o investimento não vem para Aveiro vai para outra cidade, mas faz-se, não se evapora, nem se extingue na sua razão de existir; nesta mesma linha de orientação também as pessoas e outros recursos, vem para Aveiro, ou para outro lado; ganha sem duvida, - quem criar diferenciação pela inovação, e em Aveiro temos exemplos brilhantes, mais no sector industrial que noutro qualquer, mas é um caminho a percorrer sem duvida. Um caminho de oportunidades.

terça-feira, 3 de abril de 2007

- Perspectivas Sectorias da Região Centro

Recupero aqui um texto da responsabilidade de AUGUSTO MATEUS, que sintetisa de um modo sistemático e mutio actual (actual porque data de 2005), sobre as grandes linhas de orientação do tecido produtivo português e nomeadamente no que diz respeito ao Baixo Vouga:

- Segundo ele, "A evolução da estrutura produtiva portuguesa na última década determinou um processo de ascensão do sector terciário que se fez acompanhar de tendências de desindustrialização e de desruralização: (i) Afirmação da fileira das actividades de construção e imobiliário; (ii) Papel crescente dos serviços às empresas e de apoio às famílias; (iii) Consolidação da especialização turística; (iv) Reforço da importância dos serviços de defesa, educação e saúde; (v) Perda de peso da área das utilities e energia".

Paralelamente, "Identificam-se dois conjuntos de sub-regiões em função da diversificação sectorial, um que compreende a faixa litoral (Baixo Vouga, Pinhal Litoral e Baixo Mondego) a que se juntam o Pinhal Interior Norte e Dão Lafões e outro que inclui as restantes sub-regiões localizadas no interior: estão em causa duas regiões distintas, uma com um tecido empresarial assente numa relativa diversidade produtiva centrada na indústria e, outra, interior e rural, com alguns pequenos pólos industriais (a Cova da Beira distingue-se das restantes regiões por reunir um menor número de
actividades distintas, mas mostrando sinais de transformação do tecido produtivo que apontam no sentido da terciarização)".

Na sua especificidade, "O Baixo Vouga e o Pinhal Litoral constituem as regiões de maior dinamismo industrial, sendo de assinalar que na primeira daquelas sub-regiões se verifica uma maior diversificação sectorial, enquanto que o tecido industrial do Pinhal Litoral está mais concentrado sectorialmente, designadamente, nas indústrias do vidro, moldes e plásticos, que coexistem com outras actividades industriais de menor expressão".


A Região Centro revela um nível de industrialização superior à média nacional, embora as especializações sectoriais traduzam dinâmicas regionais distintas.

Consultar o documento completo

- Competitividade Global das Economias

De acordo com o Índice de Competitividade Global 2006-2007 (Growth Competitiveness Index, GCI) do Fórum Económico Mundial (World Economic Forum, WEF), a Suíça foi considerada o país mais competitivo entre os 125 avaliados pelo estudo (em 2005, a Suíça encontrava-se na quarta posição), seguindo-se a Finlândia, que manteve o segundo lugar, e a Suécia, que subiu 4
posições face à anterior edição de 2005-2006.
Comparando estes resultados com os da anterior edição do GCI (TOP10 e UE25), os países que maiores subidas registaram foram: Malta (que subiu 5 posições), Suécia (4 posições), Suíça, Japão e Letónia (os quais subiram 3 posições); por seu lado, os países que (mais) perderam competitividade foram: França, Lituânia, Hungria, os quais desceram 6 posições no ranking; EUA, Chipre e Polónia, que desceram 5 posições no Ranking; Itália (com perda de 4 posições);
e Eslovénia e Portugal (ambos com uma perda de 3 posições no ranking).
Uma vez que o GCI corresponde à media de três sub-índices, podemos verificar que Portugal obteve resultados globalmente mais satisfatórios no subíndice “condições básicas” do que nos sub-índices “aumento da eficiência” e “factores de inovação” (ver quadros 1 e 2).
Recorde-se que Portugal, de acordo com o último relatório do Banco Mundial (BM), “Doing Business 2007: How to Reform”, subiu da 45ª posição para a 40ª posição do ranking mundial no capítulo da melhoria das condições para fazer negócios (c.f. último destaque, publicado em Setembro de 2006).


Documento completo em Destaque na dgep

segunda-feira, 2 de abril de 2007

- UA é a primeira instituição de ensino superior portuguesa a adquirir uma ilha!

- Tenham lá calma que o investimento não chega a tanto. Uma ilha virtual no Second Life: uma ilha no ambiente virtual 3D que mais atenções atrai na actualidade, o Second Life (SL), a Universidade de Aveiro é a primeira instituição de ensino superior portuguesa a marcar presença oficial neste universo paralelo. Os edifícios a instalar na ilha já estão em construção, numa iniciativa desenvolvida no âmbito do Projecto second.ua, que envolve cinco alunos da Licenciatura em Novas Tecnologias da Comunicação.
Informação completa em: ua.pt

- “Orientações Estratégicas da Comunidade para a Coesão”

As “Orientações Estratégicas da Comunidade para a Coesão” constituem uma das principais alterações preconizadas pelos regulamentos relativas à política de coesão e protagonizam uma mudança significativa no método e conteúdo da programação da intervenção estrutural comunitária.O início do processo de programação tem lugar com o estabelecimento, pelo Conselho Europeu, de Orientações Estratégicas da Comunidade para a Coesão. Estas orientações, politicamente vinculativas, determinam o quadro europeu de referência para os instrumentos nacionais e regionais de programação.Tratando-se de uma componente nova do processo de programação, corresponde a um significativo reforço político e estratégico do documento de orientações indicativas, até agora adoptado por Decisão do Comissário responsável pela política regional.Em 6 de Outubro de 2006 o Conselho Europeu aprovou as Orientações Estratégicas Comunitárias em matéria de coesão.

Fonte on line: QREN (documento completo)