... de terminar e colocar no papel, o que falta à minha tese de mestrado, que terá de ser entregue até ao fim de Abril.
... por agora, hiberno e mais tarde darei noticias.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
- Inovação e vento...
Se a ideia tiver financiamento, pode bemn ser uma alternativa ao aproveitamente eolico... a Architect Chetwood Associates propõe uma "barragem para ventos" de $5 milhões de dólares a construir na Rússia. A barragem será construída entre as paredes de pedra sobre o Lago Lagoda no noroeste russo. Segundo os autores do projecto da barragem em formato de vela de navegação, essa estrutura será capaz de gerar energia renovável através da captura de vento que passará por uma turbina localizada ao final do funil que se formará na estrutura.Fonte: Building Design
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quinta-feira, 27 de março de 2008
- «empreendimento sustentável»
Os 132 painéis solares termodinâmicos da empresa portuguesa Energie valeram ao Empreendimento Ponte da Pedra, em S. Mamede de Infesta, Matosinhos, o Prémio Eficiência Energética 2007, atribuído pela Direcção-Geral da Energia e dos Transportes da Comissão Europeia. O complexo habitacional tornou-se, assim, o primeiro empreendimento cooperativo de construção sustentável em Portugal. [ler +]
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quarta-feira, 26 de março de 2008
quarta-feira, 19 de março de 2008
- Energia e Turismo
O coordenador da Estratégia de Lisboa, Carlos Zorrinho, espera ter até ao final do ano um "esboço" das principais apostas da economia portuguesa para os próximos anos e dos 'clusters' com potencialidade para se tornarem pólos competitivos."A nossa agenda é a do pós-petróleo, pós-biocombustíveis, é a das energias renováveis, de nova geração. O facto de limitar as emissões à indústria europeia pode diminuir um pouco a competitividade nos primeiros anos, mas no futuro pode lançar uma nova indústria das energias alternativas", [ler +].
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- O Primeiro passo para a Competitividade começa em casa
Nas duas últimas décadas o consumismo tornou-se uma doença em Portugal, levando a um endividamento recorde das nossas famílias. Na zona Euro apenas a Holanda nos supera no grau de endividamento dos particulares, ao mesmo tempo que a dívida das empresas atingiu o nível mais elevado dos países da zona, fazendo do endividamento um problema preocupante do nosso país.
Em menos de duas décadas, o peso das dívidas no rendimento disponível passou de 19,5% em 1990 para 124% em 2006, enquanto a taxa de poupança caiu de quase 20% para 8,3% apenas: a mais baixa da União Europeia.
O fenómeno não é só nosso, verificando-se também em países ricos como os EUA, a Inglaterra e a Holanda, e bem assim em Espanha; mas tornou-se particularmente preocupante entre nós. Uma parte muito elevada do endividamento das famílias portuguesas consiste em crédito hipotecário para pagar a habitação, mas o crédito ao consumo representa também uma porção importante. E, à semelhança do que sucede no país vizinho, um número significativo de portugueses, obcecados pelo consumo, vive em situação de sobreendividamento ao longo de toda a vida. [ler +]
Em menos de duas décadas, o peso das dívidas no rendimento disponível passou de 19,5% em 1990 para 124% em 2006, enquanto a taxa de poupança caiu de quase 20% para 8,3% apenas: a mais baixa da União Europeia.
O fenómeno não é só nosso, verificando-se também em países ricos como os EUA, a Inglaterra e a Holanda, e bem assim em Espanha; mas tornou-se particularmente preocupante entre nós. Uma parte muito elevada do endividamento das famílias portuguesas consiste em crédito hipotecário para pagar a habitação, mas o crédito ao consumo representa também uma porção importante. E, à semelhança do que sucede no país vizinho, um número significativo de portugueses, obcecados pelo consumo, vive em situação de sobreendividamento ao longo de toda a vida. [ler +]
- É preciso acreditar
A inovação nas organizações tem de ser uma atitude vivida e partilhada por todos. Não pode ser esporádica, mas sistémica e permanente. Não aparece espontaneamente mas tem de ser fruto de uma decisão consciente dos seus principais responsáveis.Para ter sucesso, a inovação precisa de ser planeada, ter recursos humanos, financeiros e logísticos adequados, tempo para se afirmar e, obviamente, conseguir obter resultados mensuráveis em tempo útil. A inovação não pode estar confinada às pessoas do departamento de investigação e desenvolvimento mas exige o envolvimento de toda a empresa, nomeadamente das áreas de marketing, comercial e engenharia. Poucas são as empresas que têm a sorte de alcançar uma inovação radical. Na maioria dos casos, a inovação é incremental, feita de pequenos passos, muito trabalho, paciência e persistência.
Eng.º Paulo Nodeste, in EXPRESSO, em 15 MAR 2008
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