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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

- Guia Pratico do Empreendedor

http://www.ei.gov.pt/files/institucional/5guiapraticoempreendedor.pdf

O Empreendedorismo é acima de tudo uma atitude de alguém que preza a sua independência e realização pessoal. Detectar uma oportunidade e possuir o conhecimento, criatividade e iniciativa para, isoladamente ou em conjunto, enfrentar a incerteza e transformar essa oportunidade em criação de valor, são as características fundamentais de um empreendedor.
Os empreendedores constituem hoje em dia, um elemento vital para a revitalização do tecido económico de diversas formas. Desde logo, empresas mais dinâmicas e inovadoras, serão geradoras de um novo momentum para a economia uma vez que estarão melhor posicionadas para competir de uma forma eficiente à escala mundial e por isso apresentam mais elevadas potencialidades de crescimento.
Paralelamente, parte da solução do futuro crescimento do emprego só será possível com níveis mais elevados de auto-suficiência a partir da motivação, meios de financiamento e competências para lançar um novo negócio.
Mas desenganem-se, não está ao alcance de todos.
Para o ajudar nos seus primeiros passos realizamos o Guia Prático do Empreendedor tendo por base a experiência adquirida pelos diferentes organismos públicos ao longo dos últimos anos. Reúne as resposta às questões mais frequentes, colocadas por empreendedores nas diferentes fases do projeto: desde a fase inicial – Desenvolvimento da Ideia e Plano de Negócios (A); passando pela sua concretização – Constituição da Empresa e ligação a serviços do Estado (B); até à de desenvolvimento – Apoio à Empresa e Instrumentos de Financiamento (C). in, GPE
AQUI: PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

quarta-feira, 1 de maio de 2013

- BANCO DE INOVAÇÃO SOCIAL QUER REINTEGRAR DESEMPREGADOS NO MERCADO DE TRABALHO

Ora cá está, no dia 1 de maio de 2013, dia do trabalhador, uma medida altamente positiva! Por um lado,  dá uma machadada nos centro de emprego (que mais não são do que locais onde se registam pessoas que perderam o emprego), e por outro uma intenção em integrar pessoas validas no mercado, de onde nunca devia ter saido..., sim, já aqui defendi isso: quanto custa ao pais deixar que um trabalhador saia do mercado de trabalho e quanto custo a integra-lo, se é que isso volta um dia a acontecer.

Pedro Mota Soares, em discurso na 1.ª pessoa AQUI

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

- Ser freelancer é a nova Revolução Industrial

Já representam um quarto da economia nacional e a tendência é que cresçam mais. Ser "freelancer" é também um estilo de vida
Texto de Mariana Correia Pinto • 22/09/2011 in, PUBLICO       

Hugo Araújo não sabe o que é ter um emprego, no sentido clássico do termo. A vida dele são muitos projectos ao mesmo tempo – é trabalhador independente, patrão dele mesmo, "freelancer". Está num grupo que já representa um quarto da força da economia portuguesa. E que tende a crescer.
Começou a viagem pelo mercado de trabalho ainda no ensino secundário. Um trabalho aqui, outro ali - e uma rede que começou a compor-se. Fez um curso técnico de multimédia, especializou-se em animação 3D, formou-se em Novas Tecnologias da Comunicação da Universidade de Aveiro. Tem 22 anos.
As clássicas oito horas de trabalho nunca fizeram sentido para Hugo Araújo: "O das nove às cinco não existe" para um "freelancer", que enfrenta um modelo de emprego "mais trabalhoso": "São sete dias por semana".
Nova Revolução Industrial
Vítor Ferreira, investigador do Instituto de Ciências Sociais (ICS), em Lisboa, dá uma achega à dimensão do fenómeno: “O 'freelancer' vai ser a Revolução Industrial dos nossos tempos", afirma. "Está a tornar-se cada vez mais importante."
"Gosto de fazer as coisas à minha maneira e no meu 'timing'", diz Hugo Araújo para justificar a opção pelo trabalho independente. É verdade que chegou a tentar a fórmula tradicional dos currículos, mas rapidamente desistiu: "Quando olho para trás nem percebo porque o fiz, não serve de nada”.
Este é o "tempo de arriscar" - agora que está em casa dos pais e uma falha de dinheiro no fim do mês ainda não compromete. Hugo Araújo fala disto para introduzir um dos grandes problemas com que os "freelancers" lidam: "Nunca se sabe com quanto dinheiro se chega ao fim do mês". Até mesmo o conceito de "fim do mês" deixou de fazer sentido.
Ter projectos, e não carreira
Há uma palavra que se repete no discurso do jovem de 22 anos: "Projectos". É um espelho da análise de Vítor Ferreira: "A relação com o tempo profissional passa a ser sobretudo pensada a prazo, em termos de projecto".
É uma alteração do conceito de carreira, que significa "um caminho sem volta e uma alteração estrutural", afirma o investigador do ICS. "As sociabilidades são, hoje em dia, muito dispersas" – e isso altera a forma como as pessoas se relacionam.
Hugo Araújo admite que sim: que a solidão do trabalho de "freelancer" pode ser complicada. Por isso paga uma mensalidade num espaço de "coworking": "Há mais gente, podemos ir falando, tirando dúvidas", explica.
A ideia por detrás do "freelancer" é o de ser dono da própria vida. Imposição dos tempos com que Hugo Araújo vive bem: no fundo, é como se tivesse constituído a própria empresa – "Não existe ainda formalmente pelos custos que isso implica".
Não há empresa, mas criou-se uma marca. A Apicula – assim se chama o projecto global – trabalha em "webdesign" e design ecológico. No início do próximo ano talvez Hugo Araújo deixe de se apelidar formalmente de "freelancer". Mas o espírito será sempre esse.                

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

- EURO Skills




O EuroSkills/ Lisboa 2010 constitui uma oportunidade única para projectar a imagem, a qualidade e a atractividade dos sistemas de formação profissional europeus.

[NOTA: mesma num clima social desconfortavel, ainda há conceitos que me fazem ficar orgulhoso da malta empreendedora; promover o que de melhor se faz em formação num contexto, formação-acção. Brutal!]

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Emprego vrs Desemprego

Hoje ficámos a saber que 11 portugueses em 100 estão desempregados, logo a receber 80% do salário em casa.... Por outro lado, 89 portugueses em 100 continuam empregados e a contribuir para salário dos 11 que ficaram sem emprego.
Ok, dá que pensar!
De facto o desemprego é um consequencia da economia em adapatção, face a uma caracteristica transversal de flexibilidade: uns dias em alta outros em baixa.
O desemprego trouxe à tona outra caracteristica essencial do emprego, acabou o de "právida", iniciar-se--a o emprego do dia-à-dia, da semana, da quinzena ou do mês...
Teremos mesmo de nos voltarmos para o campo, para a agricultura e para sobrevivencia; seremos guerrilheiros de uma guerra que não pedimos, mas da qual teremos de escapar. Guerrilheiros foi um termo que ouvi a pouco tempo atrás num programa da RPT2 - INICIATIVA, que considerei do melhor, em motivação e vontade de empreender.
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sábado, 28 de agosto de 2010

- IAPMEI: Bem-vindo ao Empreendedorismo

Admitindo que Empreendedorismo é o processo dinâmico a partir do qual os indivíduos identificam, sistematicamente, oportunidades económicas e, respondem, desenvolvendo, produzindo e vendendo bens e serviços, as iniciativas dinamizadas pelo IAPMEI a favor do empreendedorismo privilegiem intervenções a dois níveis:

Ao nível das atitudes - procurando induzir atitudes e comportamentos propícios ao desenvolvimento de uma cultura tecnológica e empreendedora;


Ao nível da concretização – disponibilizando um conjunto de instrumentos e ferramentas, de natureza técnica e financeira, que dinamizem a passagem das ideias a projectos e de projectos a empresas.
Para a execução destas actividades o IAPMEI adopta uma abordagem sistémica - a partir da qual se torna mais fácil identificar as suas principais componentes funcionais e institucionais, admitindo-se que a eficiência de um sistema estruturado nestes termos dependerá, muito naturalmente, da facilidade de relacionamento inter e intra componentes e da efectiva capacidade de se estabelecerem regimes de funcionamento em parceria que, trabalhando em rede, cultivem sinergias e evitem redundâncias.

- Dinamicas de Cidade

É um facto que nos ultimos dois anos, pasando por uma conjuntura desfavoravel, as nossas cidades sentiram a dinamização a ocupar uma posição contrária à que vinha sendo tomada.
A fixação de pessoas e de investimentos, quase que estagnou, o credito a niveis de consumo quase insustentaveis, taxas de juro, desemprego, emprego insustentavel, etc, etc, etc, tudo questões que nos fazem pensar que o melhor mesmo é cada um de nós tornar-se num arquitecto da vida social, logo a seguir a arrumar a sua casinha, seja ela alugada ou adquirida, mesmo que hipotecada ao banco.
Sem a casa de cada um arrumada, não há politicas de cidade que triunfem, e muito menos que perdurem no tempo, tal é a felixibilidade e as transformações que sofrem.
Depois um um periodo longo de sacrificios no pais, ficamos a saber que afinal não estavamos melhor mas sim pior, muito pior; perdemos competitividade,dinamicas comerciais, as pessoas ficaram sem emprego, as empresas fecharam.
A pergunta que se impõe: seremos capazes de nos levantarmos? A resposta é obvia: claro que sim! Afinal os nossos factos históricos de bravura assim espelham. Teremos de olhar para a nossa realidade social, e tomarmos decisões daquelas à medida de cada um, não à medida dos bancos e do cartão de crédito. à medida de cada um, tipo, ganha 10, só gasta 5 convencido que o melhor é tentar gastar só 4...
Vivemos num pais rico; diz-se! Tudo o que temos e que queremos pagamos. Primeiro criou-se a necessidade, depois, quando essa já se tornou vicio, apresentaram-nos a conta. Aliás estes são conceitos basicos da economia e da gestão; e claro do marketing! Criar a necessidade e levar as pessoas a comprar o que nunca pensaram comprar.
De facto a inflacção e o PIB nacional, estão em patamares elevados, pagamos caro por uma vida nacional que não pedimos e que nos foi imposta; hoje, temos um bem precioso nosso, a terra, parada, sem produção e a dar que fazer aos bombeiros no verão, - é uma triste realidade, mas é um facto.
Deviamos prodizir qualquer coisinha para a nossa subsistencia, e não retirarmos da nossa terra a famosa (nos livros), dieta mediterranica.
Somos pais de turismo! Somos, claro, mas não só. Somos um pais de gente empreendedora, capaz de construir vidades dignas, mais ainda quando juntar saber, ao conhecimento e à inovação; somos capazes de saltar nessa europa com afirmação.
Somos um pais pequeno, mas somos suficientemente grandes para sabermos qeu ssem trabalho nada se consegue.
É hora portanto, de pensar, e logo a seguir de agir. Uma etapa de cada vez! Passar por todas é necessário.
As dinâmicas de cidade do presente, aprenderam com os erros do passado e sabem que o futuro, precisa do empeenho de todos, porque afinal tudo mudou. Ninguem pode ter aquilo que não pode comprar; nem desejar estar presente naquilo que desconhece. É tempo de Agir e Reagir!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

- Famílias portuguesas em stand by

Um estudo coordenado pelo ISCTE revela como vivem as famílias portuguesas que se consideram num "limbo", em trajectória social descendente. Estão um degrau acima do limiar da pobreza e representam quase um terço da população.
Vale a pena ler, porque este é o verdadeira patamar da conjuntura actual... [+]
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

- O fenomeno do Empreendedorismo criando riqueza

O Fenomeno do Empreendedorismo Criando Riquezas. Empreendedores. + Conhecimento = Criação de Riquezas. Empreendedorismo = Espírito Empreendedor ... [+]
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- Aveiro Ecossistema Empreendedor

A actual conjuntura económica vai obrigar a que muitos portugueses se transformem em “empresários para poderem pôr pão em cima da mesa”, acrescentou. Segundo Jorge Alves, “Portugal precisa de melhores empresários” e convidou à reflexão sobre o conceito, pois o empresário nem sempre é empreendedor, ou vice-versa, e lembrou que é preciso que as duas facetas andem juntas. [+]
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quinta-feira, 13 de maio de 2010

- PME. Empreendedorismo. Inovação. Negócios

O IAPMEI, em parceria com várias entidades públicas e privadas, dinamiza, no âmbito da Semana Europeia das PME, uma agenda variada de actividades.

Informação de apoio aos negócios, conhecimento de mercados, normalização, soluções financeiras, parcerias estratégicas em inovação e desenvolvimento, oportunidades de negócio, empreendedorismo jovem.

O objectivo é proporcionar espaços abertos de divulgação, debate e networking entre PME, potenciais empreendedores, e agentes da envolvente empresarial.
[+ info]

sexta-feira, 5 de março de 2010

- Fosso entre ricos e pobres pouco mudou

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No dia em que o Jornal Publico passa a barreira dos 20, utilizou o caderno para desfilar um conjunto de matérias, retrospectivas e analises muito interessante; destaco somente uma...
«Portugal está tão desigual agora como em meados dos anos 90. Nas últimas décadas, o país ficou mais rico, mas nem todos puderam beneficiar da melhoria das condições de igual forma. E o problema não é os pobres estarem mais pobres, mas os ricos estarem ainda mais ricos, trocando as voltas às tentativas de criar uma sociedade inclusiva e agravando-se o fosso entre uns e outros.» [+]
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

- Pessoas que motivam...

Quando as chefias sabem motivar tudo é possível, mesmo que não ofereçam um salário fixo...
O texto, não é meu, mas podia... mas deixo ficar a referencia, que é também parte do que defendo:
«Na maior parte dos casos que conheço são os pequenos grandes gestos, levados a cabo pelas chefias, que fazem toda a diferença. Exemplos? Comunicar com as equipas, falar sem rodeios, dar feedback, avaliar decentemente cada funcionário, manter as portas abertas dos gabinetes, ouvir (fazendo escuta activa) as sugestões dos colaboradores e, claro, dar o exemplo em matéria de ética, capacidade trabalho, inovação, criatividade e liderança. Quando isso acontece, a motivação dispara. As tropas sentem que fazem parte do quartel e não olham a meios para alcançar o fim: um bom resultado para a companhia.»[ler +]

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

- Competitividade pela formação e emprego.

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Não será preciso voltarmos todos à escola para aprendermos a sobreviver numa sociedade que evoluirá num conceito desconhecido de trabalho à peça e de curta duração.
Obviamente que estão em marcha alterações profundas ao modo e aos comportamentos sociais, que permitem em conjunto que as sociedades e as pessoas interajam umas com as outras criando um equilíbrio económico-social.
Assim, como poucos se preocupam com este factor, e continuam a acreditar e a agir como se a retoma da economia nacional se fizesse por outra via que não o apoio local de várias iniciativas.
A começar, 1 em cada 4 desempregados tem de ter ou receber formação e apoio específico para dar emprego a 3. Simples, muito simples!
O conhecimento que circula neste momento no país, é suficiente para o dotar de um sistema de microempresas, complementares e sucedâneas, promovendo o emprego, produtos e serviços de elevado nível de qualidade.
Falta só, apoio específico e responsabilização efectiva dos agentes envolvidos: todos!
O segredo está a descoberto: todos precisamos de trabalhar, porque do trabalho depende tanto a competitividade, como o equilíbrio social. Ao permitir-se a extinção definitiva de milhares de postos de trabalho, - conscientes que os mesmos não voltarão, não definindo um estratégia clara e compactuar para que já no fim de 2010, o pais esteja sim com um défice abaixo do 8%, mas com mais desempregados, com mais miséria, e com mais fome…


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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

- «Emprego perdido não é recuperável»

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«Mesmo que o PIB [Produto Interno Bruto] cresça, o emprego perdido durante esta crise já não vai ser recuperado». As palavras são do ex-ministro das Finanças Ernâni Lopes que lança uma perspectiva pouco optimista para o mercado laboral português: «Durante este ano pode haver alguma recuperação da economia, mas o emprego perdido está destruído».

A solução passa, então, pela «criação de novas actividades que criem novos empregos». E Ernâni Lopes enumera-as: turismo, hipercluster da economia do mar, ambiente (com a aposta nas renováveis) e os serviços de valor acrescentado.
[+ aqui]



[As áreas estratégicas em que Portugal deve apostar ]

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

- SAL de Aveiro

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Este ano chegou a temer-se o pior. A safra esteve ameaçada...
Contudo, este ano, a produção de 908 toneladas - superior em 44% relativamente a 2008 - foi vendida em poucos dias. No passado recente muito ficava por escoar.in,
JN
Aveiro competitiva, são as raizes da terra e os seus valores naturais, que no conjunto representam uma dinâmica económica deveras interessante. Valemos por aquilo que somos e por aquilo que temos do que melhor sabemos fazer...
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- Medida pós-crise: Exportar cavalos

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Pois é!
Olhar para a crise, com algum tempo para nos encontramos com a imaginação, dá nisto.
Aveiro, distrito com apetências agrícolas, com várias ligações ao cavalo, várias feiras e eventos desportivos ligados ao cavalo, um pouco por todo o lado, Aveiro, Oliveira do Bairro, Águeda, etc., etc., deve olhar para ele num contexto desportivo, mas também num contexto de turismo desportivo e dinâmicas económicas.
Quem é afirma é Jack Soifer, «Temos no Alentejo, no Ribatejo e nas Beiras óptimas condições para criar cavalos para exportação e receber turistas-cavaleiros. Após um período de gestação de 11 meses e dois anos a crescer no campo em liberdade, há que adestrar ou desbastar o potro.
No final de um ano de equitação faz-se a pré-escolha, determinando se o cavalo é apto para o desporto ou só para o passeio. Na Península Ibérica ainda podem ser seleccionados para o toureio. Alguns cavalos são vendidos após três meses de desbaste, quando ainda não se vê o que eles podem dar».[
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

- Reabilitação Urbana: JESSICA

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Programa Jessica injecta 100 milhões de euros na reabilitação urbana.

O programa Jessica ( Joint European Support for Sustainable Investments in City Areas), lançado pelo Banco Europeu de Investimento (BEI), prevê um volume de investimento de 100 milhões de euros em Portugal para a reabilitação urbana. Portugal foi o primeiro a assinar este programa, no valor de 130 milhões de euros, dos quais 100 milhões destinam-se aos diversos Programas Operacionais e 30 milhões para a Direcção Geral do Tesouro e Finanças. [+]
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

- Competitividade, limiar da pobreza e salário minimo.

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Tanto se fala em competitividade. Portugal é o pais da banda larga, vamos para a terceira autoestrada, um segundo aeroporto em Lisboa, um país com grande apetencia para o desenvolvimento da biotecnologia, inovação, etc., etc., etc.

Portugal em 2009: salario minimo 450€ - limiar da pobreza 354,29€

Para 2010: fala-se/exige-se (com poucas hipoteses de triunfo), em aumentar o salario minimo 25,00€, ou seja, para 475€... o limitar da pobreza, utilizando o metodo que o define em todo o mundo ronda os 400,00€, ou seja, em Portugal, face ao actual contexto economico, deve ver o mesmo actualizado para um valor proximo de 400,00€.
A concluir, proponho o seguinte exercicio: discute-se a viablidade económica das empresas em pagar mais 25,00€ mês a um trabalhador (cerca de 400,00 € ano)... o mesmo que ficaria 75,00€ acima do valor medio do limiar da pobreza... será este o preço da competitividade nacional ou será o preço da incompetencia?
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